Hey, babies! Como vão vocês?
Eu queria me desculpar pela demora no post... É que eu decidi terminar de escrever uma one-shot que estava há um tempão na minha cabeça, e então minha enxaqueca me fez umas visitas... Aí já viu!
Mas aqui está o cap com o tão esperado encontro dos pombinhos! Hahahaha'
Ah, e meu obrigada à minha preta bandida da Ana Kelly, que nos deu a primeira recomendação de BR! Te amo, vadia! =*
E obrigada também, à vadia mor da Aline Bomfim, claro. Sem ela, não sei o que seria de mim... Hahahaha' LOL
Espero que gostem.
- Essa é a versão RK. Para ler a versão Beward, clique aqui.
Eu queria me desculpar pela demora no post... É que eu decidi terminar de escrever uma one-shot que estava há um tempão na minha cabeça, e então minha enxaqueca me fez umas visitas... Aí já viu!
Mas aqui está o cap com o tão esperado encontro dos pombinhos! Hahahaha'
Ah, e meu obrigada à minha preta bandida da Ana Kelly, que nos deu a primeira recomendação de BR! Te amo, vadia! =*
E obrigada também, à vadia mor da Aline Bomfim, claro. Sem ela, não sei o que seria de mim... Hahahaha' LOL
Espero que gostem.
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Capítulo
4: Barcelona – Parte 2
Você puxou minha cadeira e me ajudou a sentar
Você não sabe o quanto isso é gentil
Mas eu sei
(Taylor Swift - Begin Again)
Barcelona, Espanha – Café Salambó
20h15min
O
lugar era adorável! Mesmo em uma rua movimentada da região, o café era calmo,
embora tivesse um tom delicioso tom juvenil. Revestido em vidro, madeira e com
cores que variavam entre o dourado e o marfim, havia inúmeras mesas e cadeiras
dispostas pelo local. O bar ao final do salão era acolhedor, com bancos altos e
alguns barmen já se aventurando em variados
drinks, ao passo que Corazón Partío, de Alejandro Sanz,
tocava ao fundo.
Robert
sorriu para a bela morena que o acompanhava enquanto seguiam para uma mesa
perto de uma grande janela de vidro, com vista para a encantadora Barcelona e
seus antigos prédios do outro lado da rua.
–
Como conheceu este lugar? – Kristen perguntou curiosa quando se aproximaram da
mesa. – É tão charmoso.
Antes
de responder, porém, ele a surpreendeu. No instante em que ela colocou sua mão
sobre a cadeira para se sentar, Robert fez questão de agir mais rápido e puxar
a cadeira delicadamente para a dama.
–
Por favor. – ele sorriu amavelmente, com um gesto para ela se acomodar. Kristen
apenas meneou a cabeça, maravilhada, sentando-se enquanto o fotógrafo puxava
sua própria cadeira, segundos depois; o Ray
Ban agora puxando displicentemente a gola de sua camisa de botões, onde
estava posto.
Criada
com três irmãos mais velhos, ela não estava acostumada com modos tão
cavalheiros. E ela sorriu ao perceber que era deliciosamente agradável ser
tratada assim, principalmente por Robert – que parecia alheio à sua atitude tão
cortês. Claro, ele era britânico. Um
fodido britânico saído de algum livro de William Shakespeare, para fazê-la
sonhar como uma boba. Argh, ela não era
esse tipo de garota. O que estava acontecendo, afinal?
–
Esse café é legal mesmo, não é? – O jovem deu continuidade à conversa anterior,
sorrindo para a escritora sentada à sua frente. – Eu encontrei ontem à tarde
quando saí pra fotografar a cidade.
Kristen
sorriu, tirando seus óculos escuros e deixando a flor vermelha cair
distraidamente de seu cabelo. Logo, os dedos do rapaz envolveram o pequenino
caule, colocando a delicada flor sobre orelha da morena. Robert apenas viu o
que havia acabado de fazer quando seus olhos encontraram as íris tão verdes que
a jovem possuía.
Aquelas
íris... Tão hipnotizantes e sedutoras acompanhadas pelas sobrancelhas bem
feitas e delineadas que, agora, despontavam em um suave arqueio, surpresas. O
nariz fino e longilíneo, os lábios tão rosados. Ele poderia observá-la por
horas e horas a fio.
–
Então... – ela murmurou, mordendo o lábio inferior suavemente enquanto se recuperava
da imediata aproximação – Você é fotógrafo profissional?
–
Sim, eu sou – Rob sorriu, deslocando as mãos para a mesa enquanto gesticulava.
– Acabei de me formar na Brooks Institute.
–
Em Santa Barbara? Santa Barbara, Califórnia? – Questionou totalmente surpresa;
os olhos arregalados. – Pensei que fosse inglês!
–
Nascido e criado no centro de Londres – ele riu, explicando-se – Mas depois do
colegial, eu decidi sair das asas dos meus pais e comandar minha própria vida,
então preenchi uns formulários de universidades e fui aceito em algumas dos
Estados Unidos.
–
E por que a Califórnia? Tem vontade de trabalhar em Hollywood?
–
Não, não... – O britânico deu uma leve risada, repuxando os lábios em um irresistível
beicinho à medida que deliberava. – Na verdade, eu queria uma mudança de ares,
morar numa cidade que não chovesse todos os dias, apesar de eu amar Londres. E
como Tom é ator e não estava conseguindo muita coisa por lá, decidimos nos
virar e ir pro Golden State.
–
Eu sei como é isso – Kristen sorriu, sendo interrompida por uma garçonete que
não tirava os olhos do seu... Do britânico.
Após
pedirem dois frappuccinos e alguns
pares de donuts e cupcakes, os dois entreolharam-se, e a
escritora se perdeu por entre os olhos acinzentados do inglês. Eles não eram
azuis esverdeados, como notara antes, e sim cinza azulados – agora bastante
perceptíveis e encantadores à luz natural do ambiente ao final do dia.
Os
olhos pequenos irradiavam um brilho simplesmente fascinante, em um misto entre
o infantil e o sedutor. Era inexplicável. Era como se aqueles olhos pudessem mostrar
todos os seus pensamentos mais profundos ao mesmo tempo em que pudessem
esconder o maior segredo de Estado. Seus olhos eram como um livro aberto na
primeira página – você se apaixona pelas primeiras palavras e, mesmo sabendo
que o livro pode te decepcionar quando chegar ao meio ou ao final, você insiste
em lê-lo só para saber o que vai acontecer.
Eram
apaixonantes.
–
Não acredito que a gente mora há... o quê? Quase duas horas de distância
apenas! – ela riu, mordiscando a cereja de seu cupcake.
–
Então você mora em Los Angeles? – Robert perguntou, rindo com tamanha
coincidência. Quais eram as chances de
isso acontecer? Uma em um milhão?
–
Desde sempre! – Respondeu animada, deliciando-se com a saborosa cobertura de
seu bolinho. – Sou angelina, criada em Hollywood, mas hoje moro em Los Feliz.
–
Sério? Você não parece como aquelas garotas de Los Feliz!
–
E eu não sou realmente. – ela deu de ombros – Meus pais sempre foram muito
realistas e deixaram bem claro que uma vida boa não se consegue de um dia pro
outro... Eles sempre quiseram que eu e meus irmãos tivéssemos uma vida
confortável, mas nunca mimaram a gente.
–
O que todo pai deveria fazer! – O fotógrafo completou, fazendo Kristen assentir
com um sorriso.
–
Exatamente! Claro que nossa vida não se comparava a de quem mora em Beverly
Hills ou Venice, mas sempre vivemos muito bem e soubemos valorizar o que
tínhamos, e isso é muito importante.
–
Você tem razão, meus pais também sempre tiveram esse cuidado e, como eu também
tenho uma família grande, acho que fica mais fácil administrar isso.
–
Sim, parece que quando se tem um filho só, o mundo gira em torno dele e fica
mais complicado não mimá-lo! – ela riu, acompanhada pelo britânico – Deve ser
mais fácil não mimar quando tem que dar atenção a muitos pirralhos juntos; se
bem que nem sempre, já que um dos meus irmãos continua debaixo da saia da minha
mãe até hoje.
–
E você saiu de casa pra morar sozinha?
–
Foi, eu decidi sair de casa pouco tempo depois que fui aceita em Berkeley, e comecei a escrever em uma
coluna semanal de uma revista local, sobre resenhas e interpretações literárias.
–
Uau, isso é muito legal, Kristen! – O jovem sorriu, tomando mais um gole de seu
frappuccino enquanto uma seleção de
músicas de Rosa López começava a soar. – E você cursa o quê?
–
Literatura Inglesa; depois do verão,
eu entro no último ano. – ela falou sorridente, olhando pela enorme janela de
vidro à sua direita e vendo alguns adolescentes e universitários circulando por
ali, estacionando suas lambretas ou apenas caminhando pelas calçadas ao final
da tarde. – E espero ser uma grande escritora um dia.
E
olhando para ela ali, estranhamente vulnerável por sobre a aparência de durona
e o sorriso de menina, Robert se sentiu arrebatado por aquela tranquila e deslumbrante
alma. Ele viu ali uma pequena promessa, uma pequena esperança de que os sonhos
nem sempre são tão distantes quando aparentam ser. Ele não sabia explicar, mas
parecia que aquela encantadora garota de Los Angeles era a explicação que ele
tanto buscava para correr atrás do que sempre sonhou.
Era
como se Kristen Stewart tivesse entrado em sua vida por alguma razão de
consertá-la e colocar na cabeça dura do britânico que quase nunca o que a
sociedade diz, é o que a gente realmente precisa.
–
Hey! – ele sussurrou, tocando
delicadamente o braço da jovem distraída, sentindo o arrepio da pele dela
vibrar contra a sua – Eu tenho certeza que você vai lotar as bibliotecas com as
suas palavras e com as ideias que eu sei que fervilham nessa sua cabecinha. – O
fotógrafo brincou, batendo o indicador suavemente contra a testa da garota.
Kristen
o encarou, embevecida, soltando uma deliciosa risadinha com a frase do rapaz.
Um sorriso torto emoldurava seus lábios docemente, fazendo-a se sentir
incrivelmente bem por dentro, como se estivesse em casa. Como se ali, naquele
momento, mesmo com aquele sotaque britânico, ela estivesse em seu lar.
E,
olhando nos olhos do jovem inglês, ela se permitiu ser insana e murmurar as
palavras mais gentis e verdadeiras que já se permitira algum dia:
–
Quando você fala, sinto como se eu fosse teletransportada pra algum livro da
Jane Austen.
E
Rob sorriu, moldou os lábios finos e rosados em um sorriso sincero e feliz que
poderia iluminar todo o ocidente. Era
irremediável e absolutamente entorpecente.
A
morena riu, meneando a cabeça com suas próprias palavras, deixando-se levar
pelo humor leve, os versos honestos e as adoráveis expressões do britânico que
simplesmente entrelaçou a alma à sua. Assim, daquele jeito único e divertido,
ele a enfeitiçou tão fácil quanto uma pequena magia da madrinha da Cinderela. A
diferença é que Kristen não era uma mocinha como todas as outras – mas estar ali,
desempenhando aquele papel, a fez se sentir como uma garota normal, uma garota
que se permite ser envolvida pela magia inconfundivelmente aterradora daquele
jovem.
–
Bem, madame, “sei que é generosa demais para fazer pouco de mim”. – ele murmurou
um agradecimento tímido da frase anterior; o sorriso lindo ainda brincando em
seus lábios.
A escritora
arregalou os olhos em surpresa. Não era qualquer um que citava perfeitamente uma
das falas de Sr. Darcy – um romance platônico desde que lera Orgulho e Preconceito quando criança,
seu livro preferido de Jane Austen.
– Não sabia
que era um fã de clássicos da literatura! – Kristen murmurou fascinada,
colocando uma teimosa mecha castanha atrás da orelha.
– Sou mais
Júlio Verne, mas com duas irmãs mais velhas loucas pelos homens perfeitos
criados pela Jane Austen, seria difícil não saber uma citação ou outra... – ele
riu, lembrando-se das inúmeras vezes em que as gêmeas, cinco anos mais velhas
que ele, vestiam-no de garota para tomar chá da tarde e falar e falar sobre as
histórias românticas da escritora inglesa.
– Eu fui
criada no meio de garotos, então eu ser fã dela é uma vitória! – ela brincou,
fazendo ambos rirem enquanto Robert a olhava com total encantamento e
curiosidade – Sempre li Robin Hood e Harry Potter quando criança, daí chegou
a adolescência e passei a ler Os
Miseráveis, On The Road e Profeta. – Suspirou, mordendo o lábio
inferior. – Até que descobri os clássicos da Jane Austen e das irmãs Brontë.
– E você
gosta? Confesso que Orgulho e Preconceito,
Emma, Razão e Sensibilidade eu nem reclamo, mas O Morro dos Ventos Uivantes é de matar. – O britânico fez uma
careta, arrancando uma gargalhada da morena.
– Não, não
gosto tanto desse, mas Jane Eyre, em
compensação, é uma história de amor linda!
– Esse eu não
conheço. – ele se defendeu, sorrindo para a morena.
– Mas, para um
garoto, você se saiu muito bem!
– Eu aprecio
seu reconhecimento, madame! – Rob
sorriu com um aceno cordial com a cabeça.
E
eles conversaram durante maratonistas minutos que foram correndo antes que eles
sequer percebessem. E, no entanto, eles se sentiam donos do tempo, como se
pudessem fazê-lo parar, ou adiar, ou apenas avançar sem causar qualquer
problema – como se eles tivessem todo o tempo do mundo ali. Era como aquela
música: “sem você, eu perco o tempo; com você, me sinto imortal”.
– E toda essa
discussão me deu mais vício por essa cafeína toda. Quer mais frappuccino? – O fotógrafo perguntou
entre uma risada e outra da californiana, totalmente perdido naquele som
adorável que lembrava o riso de uma criança.
– Está
perguntando ao bêbado se ele quer mais cachaça? – ela revirou os olhos,
fazendo-o rir com seu humor divertido e nada convencional. Sarcasmo. Isso era a cara dela.
E, ainda
rindo, o britânico levantou-se rumo ao balcão para buscar, ele mesmo, mais
alguns cafés e doces. Kristen, porém, ficou o observando caminhar
tranquilamente pelo salão aconchegante e em tons marfim, notando muitos jovens
se divertindo nas mesas e rindo à vontade. Chegava a ser revigorante.
Então, aquela
coisinha chamada inspiração surgiu de repente, fazendo-a retirar seu
inseparável bloquinho da bolsa junto de uma caneta qualquer, sentindo o sol do
entardecer começar a adentrar o café e iluminar lindamente todo o recinto.
“Eu não acredito em amor à primeira vista.
Amor é algo que se constrói com o tempo, com a vivência, com a convivência.
Amor é a sensação de querer proteger aquela pessoa amada, de poder impedir que
qualquer coisa ruim possa lhe acontecer, de querer abraçá-la e tê-la contra seu
peito até que o destino diga o contrário. Amor não trai, amor não cega, amor
não erra.
Mas eu acredito em encontro de almas à
primeira vista. Quando você conhece aquela pessoa e tem vontade de poder
conversar com ela, descobrir sobre ela, desvendar sua vida, seu passado, seus
sonhos, seus segredos e suas mais obscuras fantasias. Um encontro de almas é
quando aquele sentimento inexplicável e repleto de sensações esquisitas e
dominantes toma conta de si e impede sequer o raciocínio de permear suas
vontades.
E, embora todos esses sentimentos sejam
inexplicável e irracionalmente deliciosos, parece que ainda fica restando um
pedacinho de consciência em algum lugar do seu corpo. Ou talvez não seja a
consciência, mas sim o medo de ferir ou ser ferido outra vez.”
Kristen sentiu
um movimento na cadeira a sua frente, olhando rapidamente para o inglês com um
sorriso, vendo a luz do sol brilhar em seus cabelos, disparando cores louras,
castanhas e levemente arruivadas aos fios rebeldes. Ele era lindo. E real.
E aquilo fez
seu sorriso se alargar enquanto eles trocavam um olhar terno e deliciado, cheio
de significados, embora não fosse realmente essa a intenção – fazendo a
californiana desviar o olhar para seu papel e voltar a expor tudo o que um dia
ela pudesse dizer.
“Mas acontece que se você não der uma chance
de viver o que o destino lhe permitiu viver, você jamais descobrirá o que isso
vai dar. Pode resultar em dois corações magoados e perdidos. Pode resultar em
uma amizade eterna. Assim como também pode resultar em um sentimento
simplesmente avassalador que sirva como uma bela história de ninar a alguma
criança sem esperança, em algum lugar do mundo.
Basta tentar.”
–
Posso saber o que está escrevendo? – ele perguntou todo curioso, esgueirando-se
sobre a mesa e fazendo-a rir.
–
Talvez sim, talvez não... – A jovem deliberou, mordendo o lábio inferior para
esconder o sorriso. – Sabe guardar segredo ou vou ter que te matar depois?
–
Isso é uma ameaça? – Questionou divertido, levantando a sobrancelha.
–
Você considera isso uma ameaça? – ela retrucou, e ambos menearam a cabeça com
uma risada – São só alguns pensamentos que me vêm de repente e eu anoto pra não
esquecer, geralmente textos aleatórios ou ideias pra romances.
–
E eu vou poder ler?
–
Quem sabe um dia?! – Deu de ombros, sorrindo, deixando-o triplamente ansioso,
encantado e mortificado. Céus, ela o
enlouquecia sem ao menos tentar!
Ela
o enlouquecia com aquele cabelo esvoaçante e com suaves ondas que, à luz do
sol, refletia um sedutor tom acobreado. Ela o enlouquecia com aquelas íris
verdes penetrantes que pareciam dois olhos de um puma. Ela o enlouquecia com
aquela voz firme e feminina, embora fosse pequena e parecesse tão frágil.
– “It's
fun to stay at the Y-M-C-A, it's fun to stay at the Y-M-C-A...” – A tão
famosa música do Village People começou a soar no celular do Rob, fazendo-o
arregalar os olhos enquanto corava até a raiz do cabelo antes de pegar o objeto
na velocidade da luz.
Kristen
arqueou a sobrancelha, prendendo o riso ao observar o constrangimento do britânico
– suas bochechas ainda vermelhinhas ao atender a ligação.
– O que foi,
Tom? – ele perguntou, revirando os olhos – Estamos naquele café que eu e você
fomos ontem. Sim... Tudo bem, até mais. – Desligou o aparelho, voltando o olhar
para a morena que ainda o encarava divertida. – Ele e Dakota estão vindo nos
encontrar aqui.
Ela assentiu
risonha, mexendo no brinco de argola em sua orelha.
– Sobre a
música, bem... Hmm... – O rapaz coçou a pálpebra, procurando o que dizer. – O
Tom vive fazendo essas merdas de mudar o toque do meu celular ou de colocar meu
despertador pra ligar às três da manhã ou, então, fica postando fotos idiotas
no meu Instagram... Da última vez ele
colocou a música Baby, do Justin
Bieber, e eu fiquei com cara de palhaço no dia do noivado da minha irmã, porque
todos estavam em silêncio e aí tocou essa coisa maldita e...
Ele arregalou
os olhos azuis, vendo que nem sabia mais o que estava dizendo.
– Fala algo,
por favor.
– Um homem que
quer demonstrar toda a sua masculinidade com certeza usa YMCA como inspiração! – Kristen tirou sarro da cara dele com um
sorriso sapeca no rosto.
E, então, ela
não aguentou mais, caindo na gargalhada com a careta mais fofa do mundo que o
Robert fez. E ele até poderia ficar irritado com aquela provocadora se não fosse
a risada gostosa que simplesmente aquecia seu coração.
Algumas
risadas, implicações e dois cupcakes depois,
Dakota e Tom chegaram com toda a discrição característica deles – leia-se:
discussões, empurrões em público, gargalhadas travessas vindas da loura e um
beicinho emburrado do moreno. Kristen e Robert não sabiam se riam ou se
choravam ou se saíam correndo, fingindo conhecer nenhum dos dois.
– K, você
precisava ver a cara de bebezão que o Tom fez; foi uma delícia para qualquer
par de olhos maldosos! – A louquinha chegou com um sorriso de orelha a orelha
que a fazia parecer uma criança sapeca. – E, Rob, seu amigo aqui é um péssimo
perdedor!
– Não acredito
que você perdeu a aposta, Thomas! – O fotógrafo zombou enquanto os amigos se
sentavam à mesa redonda e grande o bastante para aconchegar todos eles ali.
– A culpa não
é minha se tinham poucas louras naquele parque! – ele ergueu as mãos frustrado,
arrancando uma risada dos outros três.
– Aham, claro
– O amigo assentiu; um sorriso irônico brincando nos lábios.
– Não me diga
que você é um daqueles caras que têm fetiche com apenas um tipo de mulher? –
Kristen caçoou.
– Fazer o quê
se eu prefiro as louras? – Tom mexeu as sobrancelhas sugestivamente para
Dakota, que rolou os olhos em uma careta de nojo.
– Sua namorada
é morena! – Robert o lembrou, tomando um gole de seu frappuccino de caramelo para esconder uma risada.
Kristen e
Dakota engasgaram com os donuts ao
passo que o britânico de olhos azuis e cabelos negros exibia um dos inúmeros
sorrisos cafajestes de seu arsenal.
– Que galinha!
– A historiadora riu; seus olhos arregalados. – Você é muito cretino! Não tem
vergonha nessa cara, menino?
– É como eu
sempre digo: o que os olhos não veem, o coração não sente!
– O Tom ainda
vai sofrer na mão de uma mulher e vai implorar pelo amor dela... – Robert jogou
uma macumba básica, fazendo as garotas rirem enquanto meneavam a cabeça em
descrença. – Mas a Camilla sabe das galinhagens do namorado, ela é daquelas que
prefere ter um par de chifres ao invés de perder o chuchu dela.
– Ih, conheço
o tipo... Mas se fosse namorado meu, eu daria um bom puxão de orelha e um chute
no amiguinho aí de baixo! – Kristen provocou, puxando o cabelo do moreno
debaixo do chapéu, como se fossem velhos conhecidos.
– Vocês não
conhecem o bom da vida! – ele sorriu, chamando a garçonete e pedindo um milk shake e alguns cupcakes, assim como Dakota. Não deixando passar a oportunidade
para oferecer uma piscadela à funcionária, é claro.
Os amigos
reviraram os olhos.
– Hmm... Isso
tá bom! – A escritora disse com a boca cheia, tomando um gole da bebida da
amiga. – Você ficou mesmo com uma garota que nem conhecia?
– Era uma
aposta, ué! Você sabe que, quando me desafiam, eu fico parecendo a Monica, de Friends!
– Ah, isso é
bem verdade! – ela e os outros começaram a rir, e Tom a bolar um plano para
recuperar sua reputação.
– Então que
tal uma partida de sinuca? – Perguntou, descansando os cotovelos na mesa e
semicerrando os olhos claríssimos pela luz do sol que atravessava o salão. – No
segundo andar tem uma mesa de bilhar, o que acham?
– Sinuca é
comigo mesmo! – Dakota levantou seu milk
shake. – Meninas contra meninos. Eu e a K vamos acabar com vocês!
– Se eu fosse
você, não iria com tanta sede ao pote... – Robert provocou, trocando um olhar
de vitória com o amigo.
– Você vai
perder, Barbie! – O outro acrescentou antes do britânico e ele fazerem um high five.
Kristen sorriu
de lado, arqueando a sobrancelha.
– Estou
prevendo dois londrinos saindo aos choros daqui!
– Rá-rá! Vai
perder, Kristen! – O fotógrafo falou com ar superior enquanto todos se
levantavam. A morena cruzou os braços, olhando para ele.
– Não conte
com isso.
Enquanto o sol
baixava e as primeiras estrelas caíam, os quatro subiram as escadas de madeira
do salão, chegando ao mezanino que tinha um pequeno bar, uma mesa de sinuca e
vários jovens brindando e se divertindo nas mesas ali. Grandes luminárias
douradas se acendiam em um canto e outro ao passo que a melodia dançante e a
voz orgástica de Enrique Iglesias começavam a soar, com I Like It.
– Certo, a
dupla que fizer mais pontos sai vitoriosa e escolhe o que a dupla perdedora vai
fazer. – Tom falou enquanto pegava os tacos e nos entregava. – Damas primeiro!
– Olha que ele
resolveu ser cavalheiro pelo menos uma vez na vida... – A loura atiçou,
escolhendo a melhor posição para a tacada inicial.
– Tenho que
ser cavalheiro agora porque depois vamos destruir vocês!
Kristen olhou
para o Rob ao ouvir a ameaça do moreno, o que fez os dois rirem e ficarem
presos naquela pequena bolha.
– IRRÁ! – Dakota gritou de repente,
recebendo os olhares de quase todo o café. – Ai, como eu arraso na sinuca! Na
verdade, eu arraso em tudo, então não é novidade...
Ela saiu
desfilando, e a morena e o fotógrafo finalmente perceberam que a partida já
havia iniciado, Tom tinha encaçapado uma bola e Dakota também, em seguida –
sempre discreta, óbvio.
Kristen
aproximou-se da mesa assim que o britânico mulherengo errou a jogada, acertando
três bolas numa tacada só e começando sua dancinha da vitória mentalmente,
junto da loura.
– Ai, amiga,
assim você me orgulha!
– Eu sei, eu
sei, gata... – ela brincou, rindo enquanto Robert tentava acertar a próxima
rodada. E strike! Ou touchdown, gol, cesta, o equivalente da
sinuca.
– Não cantem
vitória antes da hora, americanas. – Tom sorriu crente que não perderia mais
uma aposta para a Barbie. Ou não.
– Se eu fosse
você, não estaria com esse sorriso presunçoso no rosto... Vai perder em dois
tempos!
A romancista
fitou Rob ao ouvir os outros dois baterem boca, notando que ele ria
deliciosamente antes de fitá-la de volta. Ele se aproximou da jovem
rapidamente, tentando encontrar alguma palavra coerente enquanto mirava a face
feminina que exibia uma expressão divertida e ansiosa – embora fosse meio
difícil dividir sua atenção com as pernas alvas e tão sutilmente torneadas da
garota, cobertas apenas por um short
jeans surrado cheio de spikes.
– Bela jogada!
Tom deve estar mirabolando mil formas de reverter a pontuação! – ele disse com
um sorriso lindo.
– Só dei um
pouco de trabalho pra ele – Kristen sorriu, umedecendo os lábios ao se apoiar
no taco.
– Onde
aprendeu a jogar assim? – Questionou curioso, querendo saber cada detalhe sobre
a morena, cada coisa que ela amava, cada coisa que a fazia sorrir, cada segredo
que ela pudesse esconder. Ele se sentia como um menino fascinado quando estuda
o sistema solar pela primeira vez.
– Cameron, meu
irmão mais velho, me ensinou. – ela disse com um sorriso nostálgico que fez
Robert se encantar – Mas quando se junta um grupo de amigos loucos, algumas
bebidas e Los Angeles, a gente acaba aprendendo umas dicas a mais.
– Muito útil!
– O londrino brincou, erguendo a sobrancelha.
– Ah, com
certeza... – Murmurou com uma piscadela. – E você, garoto de Londres? Você não
é tão mal também...
– Acho que dou
pro gasto! – eles riram, olhando-se tão profundamente que seria capaz de
sentirem as vibrações saírem do corpo de um e atravessar o corpo do outro –
Algumas noitadas em pubs têm suas
vantagens.
– Sei... Você
tem cara de quem passa noites em pubs tomando todas com os amigos, isso sim. –
ela alfinetou com uma risada sapeca, arrancando uma gargalhada dele.
– Como você é
má!
– Sou sincera,
admita! – A garota desafiou, colocando a mão livre na cintura. – Você é
daqueles que curte pegar mulheres, noitadas quentes, sexo sem compromisso. O
básico.
– Isso é você
com ciúmes? – ele provocou com seu sotaque britânico ainda mais acentuado,
arqueando a sobrancelha ao se aproximar perigosamente.
– Vai
sonhando. – Kristen mordeu o lábio inferior, não desviando o olhar por um
segundo sequer.
– Não sei se
você está muito certa sobre isso... – O fotógrafo murmurou; seu hálito doce
batendo sedutoramente contra o rosto da jovem. – Sou homem de uma mulher só.
– E eu deveria
acreditar?
– Ah – ele
suspirou –, com certeza deveria.
E ela simplesmente
se esqueceu de como se respirar. Os olhos acinzentados de Robert a consumiam
por inteiro, como se tivessem a dose exata de torpor que a fizesse se esquecer
de causas, consequências ou a merda que fosse sobre responsabilidade e cuidado.
Ele era excitante através daquele sorriso convincente e olhar infantil – seu
oposto perfeito já que o britânico sabia bem o que o sorriso de criança e o
olhar maduro da garota faziam com ele.
Mas naquele
instante, Kristen não sorria. Não que ela não estivesse feliz ou totalmente em
êxtase com aquele homem que a tirava do sério, mas sim porque seus pensamentos estavam
em um lugar muito menos apropriado do que um sorriso permitiria dar. Ela estava
fascinada, encantada e totalmente obcecada por Robert Pattinson.
– GANHEI, PORRA!
– A voz da louca da Dakota fez os dois sobressaltarem, pulando em seus lugares
e se afastando como se nada houvesse acontecido.
Mentira, a
escritora e o fotógrafo trocaram um olhar cheio de expectativas antes de sequer
notarem o que havia acontecido. E eles entenderam uma pequena promessa
escondida ali.
– “We are the champions, my friends...” –
A loura cantarolava, girando com seu taco como se fosse sua acompanhante. – “And we'll keep on fighting 'till the
end...”.
– Argh, sua
Barbie macumbeira! – Tom exclamava com um bico que poderia competir com o da
Agnes, de “Meu Malvado Favorito”. Mesmo emburrado, ele ficava tão fofinho.
– “We are the champions, we are the champions. No time for losers, ‘cause we are the
champions...” – ela cantou enquanto dançava pra lá e pra cá, fazendo uma
pausa dramática antes de se aproximar do perdedor e: – “Of the world!”.
Ela soltou uma
gargalhada escandalosa assim como Robert e Kristen, ouvindo o branquelo, de
olhos claros, rosnar e revirar os olhos.
– É, Thomas,
hoje não é seu dia! – O amigo comentou divertido, colocando uma mão em seu
ombro enquanto as amigas cantavam juntas a música do Queen.
– Esqueceu que
você é do meu time, animal? – ele perguntou, o que fez o inglês arregalar os
olhos e ouvir a risada das garotas.
– Foda-se, foi
você quem perdeu – Retrucou, roubando o chapéu do parceiro e colocando em sua
cabeça. Tom apenas deu de ombros, já na miséria dessa vida difícil e mal
agradecida mesmo.
Barcelona, Espanha - Ruas de
Sarrià-Sant Gervasi
22h14min
– Tem certeza
que você não vai ficar muito fora da sua rota? – Kristen perguntou receosa,
olhando para o britânico.
– É claro que
não – ele sorriu, sentindo a leve brisa perfumada da cidade soprar seu rosto
enquanto caminhava tranquilamente com os amigos – Eu e Tom estamos hospedados
no Silken St. Gervasi, só há uns minutos daqui.
Após a partida
de bilhar, os rapazes decidiram acompanhar as amigas até o hotel delas,
aproveitando para passarem mais um tempinho juntos. Dakota e Tom andavam mais a
frente, ainda discutindo sobre o resultado da aposta e decidindo o que os
ingleses teriam que pagar por terem perdido o jogo.
A noite estava
quente, bonita e estrelada como sempre, deixando Barcelona em sua costumeira
beleza. Algumas pessoas passeavam por ali, algumas bebendo em barzinhos
próximos, outras saindo de lojas, cheias de sacolas de compras. Era possível
ouvir acordes de violão vindos de um restaurante da esquina, tocando alguma
canção de Alejandro Sanz.
Robert olhou
para a morena ao seu lado, caminhando lentamente e tirando uma mecha e outra de
seu cabelo que deslizava por seu rosto a cada sopro delicado do vento. Os
longos cílios emoldurando os olhos marcados por delineador, os lábios rosados e
cheios, aquela voltinha pra baixo de seu nariz de perfil. E, então, foi pego no
flagra pelo olhar tão verde e astuto que só ela possuía.
Ele sorriu ao
vê-la morder o lábio e semicerrar os olhos em questionamento, perguntando-se
internamente por que o britânico confundia tanto seus pensamentos.
– O que você
vai fazer amanhã? – O jovem inquiriu sutilmente, contendo sua ansiedade e
colocando as mãos nos bolsos do jeans;
seu sotaque fazendo os pêlos de Kristen se eriçarem.
– Eu e Dakota
estávamos pensando em visitar o Museu Picasso pela manhã e aproveitar os fogos
de Sant Joan à noite, mas ainda não
planejamos nada ao certo... – ela murmurou antes de sorrir – Por quê?
– Ouvi falar
que o parque de diversões daqui é incrível. Vamos? – Perguntou com um sorriso
de lado e a olhando daquela forma adorável.
– Claro, seria
ótimo! E depois poderíamos emendar pra irmos à praia assistir a queima de fogos
do festival de solstício.
– Podemos
chamar os dois malucos ali da frente – Falou, apontando para os amigos, o que
fez a morena rir.
– Vai ser
maravilhoso, Robert. – ela disse suavemente, deixando o rapaz deliciado pela
forma tão macia que os lábios dela se moveram ao dizer seu nome. E só então ele
notou que já estavam parados em frente ao hotel das meninas.
– Passo aqui
pra pegar vocês? – O fotógrafo perguntou, não querendo deixar a jovem tão cedo.
Era como se ele não tivesse tido o suficiente de Kristen Stewart ainda. Era
como se ele a quisesse mais e mais perto a cada segundo ao seu lado.
– Que tal nos
encontrarmos lá? A loura quer comprar algumas coisas mais cedo, então nos
encontramos no parque lá pelas dez.
– Ótimo,
qualquer coisa me ligue ou mande um SMS... – ele sorriu, lembrando-se que tinha
trocado todo o tipo de contato e redes sociais com a escritora. Tudo para não
perdê-la de vista outra vez.
– Pode deixar.
– Os lábios rosados brincaram com um sorriso enquanto ela se aproximava
deliciosamente do britânico. – Até amanhã! – Murmurou, beijando seu rosto e
abraçando-o pelos ombros. Ele era tão quente e forte...
E Rob a
abraçou de volta, apertando os braços ao redor da cintura fina e esbelta da californiana,
sentindo as maçãs de seu rosto queimarem onde os lábios tocaram.
– Até amanhã e
foi um enorme prazer conhecê-la, Kristen.
– O prazer foi
todo meu. – ela sussurrou de volta, sabendo que algo estava prestes a mudar em
breve. E para melhor.
Eu tenho passado os últimos oito meses
Pensando que tudo o que o amor faz
É partir, queimar e acabar
Mas em uma quarta-feira, em um café
Eu vi recomeçar
(Taylor Swift - Begin Again)
E, então, qual o veredito? Hahahahaha'
Me digam o que acharam da tão esperada conversa entre os dois, do jogo básico de sinuca e essa fofice entre RK! Gente, quero apertar, sos! Hahaha'
Comentários trazem capítulos, então não deixem de comentar bastante, recomendar e todo esse blá-blá-blá que ADORO! hoho'
Toodles honey
Group: https://www.facebook.com/groups/501155363274932/























1 comentários:
EBA!! Mais um capítulo de BR e mencionar ‘Corazón Partio’ é me fazer viajar nas lembranças. Adoro essa música. Aliás, adoro o Alejandro Sánz. Tenho esse cd dele, adorava ouvi-lo e cantar junto com ele. ¿Qué? Aprendí español en la escuela.... u.u kkkkkkkk #parei
Bom, deixa eu parar de suspirar e tentar deixar uma review decente.
O que dizer? Suspiros não param de sair de mim, Rapha. Ai que “encontro” delicioso. Toda a conversa, a interação, a cumplicidade surgindo, os risos, as provocações de leve...TUDO tão natural e gostoso de ler que não tem como não sorrir enquanto está lendo. Sério! Estou meio que com câimbra no maxilar porque o sorriso não saiu do rosto durante toda a conversa entre eles.
Eles se perdem um no outro e se encontram ao mesmo tempo. #suspira
É muito gostoso de ler. Ai, sua escrita é maravilhosa, menina!! Clap, clap, clap... e o que o que foi esse trecho da escrita “dela”? LINDO. Amei isso. Cada pedacinho.
Ai, ai, suspirando!!
Porém, contudo, todavia...tinha um amigo palhaço no caminho. Tom colocar YMCA como toque no celular dele é sacanagem....kkkkkkkkkkk e ele todo constrangido foi muito fofo!!! E ninguém resistiria a zoa-lo. Muito menos Kristen...kkkkkkkk #adorei
E os dois malucos divertidos se juntando a eles no café e com Dakota zoando o Tom por ter perdido a aposta foi bem legal.
Mas, PARA TUDO...o que foi essa provocação sexy pra porra e essa troca de olhares quentes entre Robert e Kristen durante a sinuca? Pelo amor de Nossa Senhora das Mulheres na Seca...tô arfando aqui com essa intensidade!!! Que sexy!! PQP! Sim, preciso xingar!!
Se Dakota não interrompe com sua cantoria com a vitória delas...as coisas iam esquentar mais. Só acho. #calor
Menina!!! Eles se perdem...se devoram e se memorizam com os olhos...são tão intensos que você sente tudo que eles descrevem um sobre o outro.
Ai, ai...não estou sabendo lidar com essa intensidade, viu! O que foi essa “despedida” cheia de promessas? Socorro...não estou sabendo lidar. Ansiosíssima pelo próximo capítulo e pelas aventuras desse quarteto exótico e divertido.
Rapha...nem sei mais o que dizer. Mas, garanto que AMEI. Amei cada pedacinho do capítulo. Descrevo a leitura dele em suspiros, sorrisos, transe e calor com essa intensidade entre eles. E totalmente deliciada e apaixonada por sua escrita.
PARABÉNS, linda!!
Beijão,
Cris <3
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