Mas antes do capítulo,
eu queria convidá-las para lerem minha NOVA FANFIC. Yep! Quem aí leu a
one-shot "Born to Die"? Pois é, ela ganhou uma fanfic só pra
ela e se chama "Dark Paradise".
Sinopse: Edward, o
perfeito tipo de cara errado. A reencarnação de James Dean.
Isabella, exatamente a
garota certa. Uma Marilyn Monroe com perfume de frésias e cocaína. A menina de
grandes olhos verdes que apenas encontra a perfeição no submundo do britânico
que ela jamais imaginaria amar.
O que é bem, mal,
certo, errado? O que é o paraíso, afinal? Qual a sua verdadeira definição?
Eles vão viver em um
universo paralelo entre que você chamaria de paraíso e escuridão.
- http://raphaella-paiva.blogspot.com/2013/02/dark-paradise.html
Passem por lá e me
digam o que acham! ;)
Agradecimentos à minha
putona preferida, Aline Bomfim. Nossa beta que é praticamente autora de BR e
DP! Hahahahaha' Obrigada, vadia.
Agora aproveitem o
capítulo. Boa leitura.
Capítulo 4: Lisboa
Quando você está
perto de mim
Eu me torno
radioativa
Meu sangue está
queimando, radioativo
(Marina & The
Diamonds - Radioactive)
Arredores de Alentejo – Air Europa Líneas Aéreas
09h53min
– Oh, seu
puto, levanta essa bunda delícia daí e me deixa ficar um pouco com a minha
garota! – Dakota e todo o seu jeitinho sutil e delicado surgiram ao lado dos
amigos que estavam cheios de sussurros na poltrona do avião.
Robert
apenas olhou pro olhar azul e assassino em sua direção.
– A senhora
quem manda! – Ele soltou uma risadinha ao erguer as mãos em sinal de rendição
enquanto a loura sorria satisfeita e se sentava ao lado da amiga.
– Enfim a sós, srta. Stewart.
– Ai, eu
tenho medo de você às vezes, mas te adoro! – Kristen murmurou com uma
gargalhada, abraçando a garota que se derreteu.
– Também te
adoro, te amo, te quero, tesão da minha vida! – ela falou alto, soltando um
gritinho empolgado que ganhou os olhares de 99% dos passageiros.
– Vergonha
alheia: check! Primeiro mico em ares
portugueses, vadia! – Riu com a loura, arrumando-se na poltrona para ficarem de
frente uma para a outra.
O avião da
companhia aérea espanhola estava próximo do destino quando Dakota acordou
depois de babar em cima do Tom, ainda aos efeitos da maconha da última
madrugada. O britânico ainda estava chapado e dormindo de boca aberta assim que
ela sentiu saudades da escritora e quis apenas abraçá-la e fofocar como duas
velhinhas.
– E, então,
o Jude Law beija tão bem quando aparenta? – ela perguntou, mexendo as
sobrancelhas sugestivamente ao olhar pra romancista.
– Jude Law?
– Fala
sério, o Rob é a cara do Jude Law – Revirou os olhos, contando com os dedos. –
Lindo, inglês, de olhos claros e aquela barba por fazer.
– Se você
diz... – Riu divertida, bagunçando os cabelos platinados.
– Pare de me
enrolar, Stew...
– Okay, ele beija super bem! – ela
confessou com um rostinho sapeca, vendo a amiga quicar em seu assento e bater
palminhas. – Ele consegue ser carinhoso sem ser meloso, sensual sem ser
intimidante...
– Mas faz
sua calcinha molhar, né? – Encarou com carinha sapeca, fazendo a amiga
arregalar os olhos.
– Dakota!
– O quê? –
Ela se fez de rogada, rolando os olhos outra vez. – Fala logo que ele faz sua
calcinha derreter, mulher!
– Claro que
ele faz! É só olhar pra ele! – Kristen apontou discretamente para o britânico,
como se fosse justificativa o bastante. – Ele é quente como o inferno.
– Ah, se eu
gostasse de homens... – Ela suspirou e a amiga soltou uma risada, meneando a
cabeça em descrença.
– Vire
hétero, mas arrume outro homem, sua assanhada! – Brigou com a loura, tentando
segurar o riso. – Esse já tem dona!
– Mas já tá
assim? Toda saidinha, hein, Stewart... – Dakota provocou, fazendo cócegas na
costela da amiga que começou a se remexer toda.
– Argh,
loura, fica quieta! – Ela gargalhou, atacando a historiadora de volta.
– Já que meu
trabalho aqui está feito, eu vou voltar lá pro lado do babão e dormir mais um
pouco – falou com uma risada, beijando a bochecha da morena enquanto se
levantava. – Quero aproveitar um pouco de Lisboa antes do festival!
– Vai lá,
doida! – Kristen brincou, pegando sua edição surrada de Jogos Vorazes para ler antes de aterrissarem. Nem duas páginas
depois, Robert voltou a sentar na poltrona ao seu lado.
– E aí,
sobre o que você e a Kota fofocaram? – perguntou divertido, tirando o livro da
mão da garota na maior cara de pau.
– Larga de
ser enxerido, garoto! – Ela revirou os olhos, o que fez o sorriso dele se
alargar.
– Estavam
falando sobre mim?
– Ih, bateu,
a cabeça? Nós temos assuntos mais interessantes! Eu, hein... – A jovem
desconversou, pegando seu livro de volta ao ouvir o fotógrafo gargalhar.
– Vou fingir
que acredito...
Kristen bufou, fingindo ler alguns
parágrafos até que sentiu o dedo indicador do britânico cutucar seu ouvido.
– Rob?
– O quê? –
respondeu distraído, ainda cutucando.
– Quantos
anos você tem? 3 ou 23? – ela perguntou descrente, dando um tapa na mão dele e
desistindo completamente da leitura. – Tudo bem, vou dar atenção pra você
agora!
–
Finalmente! – Ele levantou os braços em glória, fazendo a morena rir enquanto a
encarou com seus olhos acinzentados.
– Quer falar
sobre o quê?
– Quais
amigos seus vão estar no festival hoje? – questionou curioso, vendo-a sorrir.
– A Scout, a
Ashley, a louca da Jessica e o gayzão do CJ. – Ela ouviu a risada do inglês,
rindo junto ao de lembrar do grupo de malucos. – o CJ com certeza vai dar em
cima de você e do Tom, mas é só não dar moral pra bicha!
– Meu Deus,
qual o seu problema em fazer amizades? – ele falou com uma expressão divertida,
ganhando outro tapa da americana.
– Ah, e meu
irmão mais novo também vai estar lá, então se prepare! – ela avisou logo de
cara, e o londrino fez um falso olhar espantado, arrancando outra gargalhada
dela.
– Você é
mais apegada a ele, não é? – inquiriu em um suave tom de curiosidade.
– Acho que
sim – Ela deu de ombros antes de rir. – Como o Taylor e seu temos a mesma
idade, sempre aprontamos juntos.
– Vocês têm
a mesma idade? – Rob franziu o cenho. – Como assim? Vocês dois são gêmeos?
– Oh, não! –
A escritora riu, meneando a cabeça ao se virar no assento para olhá-lo mais de
perto. – O Taylor e o Dana são adotados.
– Sério?
Isso é muito legal! – Ele sorriu à medida que ela assentia; um traço de orgulho
atravessando os olhos verdes.
– Três anos
depois que minha mãe deu à luz ao Cameron, ela e meu pai adotaram o Dana, que
ainda era só um bebezinho! – murmurou com um beicinho fofo, fazendo o britânico
sorrir admirado. – Após quatro anos, eu nasci e, quando eu completei cinco
anos, o Taylor foi adotado e ele tinha a mesma idade que eu.
– Uau, seus
pais são empolgados! – ele provocou, rindo junto da garota.
– Eles são
empolgados, loucos e amorosos até cansar! – Kristen disse divertida. – Eu os
adoro.
E Robert
sorriu, sabendo que amor, carinho e uma boa dose de loucura são sempre os
melhores fatores para qualquer família feliz.
Lisboa, Portugal – Hotel Real Palacio
15h45min
“O que define as pessoas é o caráter. Não
seu status social, seu extrato bancário, suas ações ou seus sorrisos. Status? Pff,
isso pode mudar em um piscar de olhos. Extrato bancário? Não significa coisa
alguma se não for usado para o bem. Já as ações... podem ser um condenador ou
um álibi, mas nunca são o suficiente. Enquanto os sorrisos... Ora, de que valem
os sorrisos quando não são bons ou verdadeiros?
O que define alguém é seu caráter, o conjunto de ações,
sorrisos, os sentimentos, as atitudes, os gestos e as palavras gentis, porque
as pessoas são como árvores – elas precisam de boas conversas, boas músicas e
um bom ambiente para crescer; e se tiverem mais uma quantia de carinho e
devoção, elas vão se transformar em um bom aliado para fazer um mundo melhor.”
A americana
sorriu, colocando a caneta dentro do bloco de notas e o abraçando contra o seu
peito enquanto escorava a cabeça no portal de madeira da enorme janela. Lisboa
havia trazido o melhor de si, e ela suspirou ao observar a cidade lá embaixo
cheia de portugueses e turistas animados para o festival de música.
Após
chegarem à terra de Cabral, Kristen mergulhou na cama do hotel e tirou um
delicioso cochilo – assim como o fotógrafo, no quarto da frente – enquanto Tom
e Dakota decidiam explorar a região. Ela não aguentava mais ouvir a loura e o
moreno choramingarem de ansiedade para visitar o oceanário. E naquele instante,
a escritora sentiu o calor e a brisa trazerem a inspiração assim que ela se
sentou no parapeito da janela grande e de cores vibrantes, admirando as
construções antigas, as ruas de pedra e o imenso Rio Tejo ao longe.
Três
batidinhas na porta tiraram sua atenção do sol brilhando contra o seu rosto, e
ela atravessou o quarto de móveis coloridos e renascentistas para ver um Robert
sorridente e com uma bandeja nas mãos, parado no corredor.
Ela sorriu.
– Veio
alimentar sua senhora, Alfred? – A escritora mexeu as sobrancelhas ao dizer,
ouvindo-o rir à medida que ela fechava a porta.
– Claro, madame – respondeu animado, sentando
sobre o longo tapete branco e felpudo enquanto mexia nas tigelas esmaltadas e
despejava suco em dois grandes copos de alumínio.
– O que
temos aqui? – ela perguntou divertida ao sentar do seu lado.
– Brioches,
torradas, geléia de framboesa, suco de laranja... – falou com um sorriso,
virando-se pra ela com uma carinha sapeca. – E morangos.
– Hmmm... Morangos – Kristen riu, observando-o
pegar a fruta e lhe oferecer, pertinho de seus lábios. Ela abriu a boca
suavemente, mordendo com delicadeza e quase gemendo com o sabor doce
preenchendo sua língua.
– Bom? – A
voz dele soou baixa e rouca, fazendo-a abrir os olhos e encontrar o rosto másculo
e bonito a centímetros do seu.
Ela mastigou
lentamente ao murmurar um suave “hm-hum” e, então, tocou suas mãos grandes e
firmes que ainda seguravam o outro pedacinho de morango.
–
Experimente – A jovem sussurrou, mas ao invés de colocar a fruta na boca dele,
ela trouxe a mão quente até seus próprios lábios, mordendo novamente o morango
e, sem pensar duas vezes, ela o beijou.
E ele
deslizou com desejo suas mãos rumo à cintura da mulher, gemendo ao sentir a
fruta brincar na língua dela e migrar deliciosamente para a sua, dissolvendo o
gostinho doce e fazendo ambos se sentirem quentes de imediato.
– Bom, não
é? – Ela sorriu contra os seus lábios, deixando seus dedos brincarem com o
cabelo claro e macio dele.
– Muito bom – Rob murmurou com um sorriso,
beijando-a suavemente outra vez.
17h01min
Depois de
alguns beijinhos não muito inocentes enquanto terminavam o lanche, os dois
estavam descendo as escadas rumo à varanda do hotel quando o iPhone da Kristen vibrou com uma
mensagem.
– Socorro, a
gangue chegou! – ela falou com uma risada ao olhar a tela do celular, ouvindo a
gargalhada do britânico que passou os braços pelos seus ombros.
– Devo ficar
com medo?
– Apavorado!
– Brincou sarcástica sem conter o riso enquanto ele bagunçava seus cabelos.
Assim que
pisaram na varanda ao ar livre do hotel, ela suspirou com a beleza do estilo
antigo e renascentista – era como aquelas varandas internas do período grego e
romano –, com as paredes pintadas de salmão e algumas janelas e varandins nos
andares superiores. Havia lindas plantas dispostas nos cantos e pequenas
luminárias vitorianas sobre os portais que davam para a recepção do hotel,
mesmo com o sol delicioso da tarde portuguesa, enquanto mesinhas redondas de
vidro eram rodeadas por belas cadeiras de palha com algumas pessoas conversando
animadamente.
Antes que a
morena elogiasse o pátio do hotel ou qualquer outra coisa, um grito agudo e
feminino soou. Mas é claro que não havia sido uma mulher que gritou, e sim o
CJ. Socorro.
– Kriiiiisteeen! – A voz fina e exagerada
da bichona chamou pela amiga e o maluco logo pulou em cima dela, beijando,
abraçando e o Deus nos acuda. – Gata, que saudades! Ai, Senhor, não acredito
que estou te abraçando depois de tanto tempo! Você andou malhando? Uau, você
está gostosa!
A gargalhada
da romancista foi alta, assim como o fotógrafo que observava tudo confuso e
absolutamente divertido.
– Essa
gostosura é toda pra você, meu bem! – Kristen respondeu na vibe do maluco e o abraçou novamente, sentindo todas as gordurinhas
extras do gordinho a apertando.
CJ era a
maior figura que ela já havia conhecido – talvez perdesse apenas para a Dakota.
Talvez. Alto, cheinho, com a pele bronzeada ao usar uma bermuda de velcro rosa
choque e camiseta branca, barba por fazer, sorriso de criança e pequeninos
olhos castanhos que sempre a faziam sorrir. Vinte e poucos anos de pura
retardadice mental.
– Cadê o
resto da cambada? – ela perguntou com uma risada, nem precisando de resposta
quando auê começou ao ouvir as três garotas aparecerem. – Meninas!
– AHHHH! – O grito foi coletivo enquanto se abraçavam
em grupo, pulando, rindo, gargalhando e murmurando algo como “saudades”, “sua
vadia, viajou e nem me levou!” e “estou sentindo alguém apertar minha bunda!”.
– K, senti
sua falta, bitch! – Scout choramingou,
vendo o quanto a morena fazia falta em Los Angeles.
Scout era a
companheira do grupo, louca, divertida e bebedeira. Os cabelos curtos, lisos e
castanhos claros deixavam sua pele ainda mais branquinha, os pequenos olhos
azuis, os lábios sempre vermelhos e o piercing
de argola no nariz. Ela seria como uma versão feminina de Tom, sempre com seu
chapéu cinza, jeans e coletes.
Ashley era a
fofa. Linda, grandes olhos de um azul caribenho e sorriso de covinhas que
encantava qualquer um. Os cabelos longos e loiros a deixavam ainda mais
angelical.
Enquanto
Jessica era a verdadeira porra louca. A mais complexada, maluca e que fazia
todo mundo gargalhar com seus palavrões e socos. Os cabelos também curtos,
cobertos por uma touca, e de um castanho escuro que despontavam para todos os
lados – e, embora suas atitudes fossem sempre valentonas, o rostinho mais
delicado enganava a todos. Olhos verdes, sorriso divertido e sempre sem
paciência para maquiagem.
– Caralho,
Kristen, você tem que ligar mais pras suas amigas, porra! – Jessica brigou,
abraçando a amiga que gargalhava.
– Essa
viagem está sendo louca, gente, é sempre conhecendo lugares e depois capotando
de tanto cansaço! – ela explicou com um sorriso, logo ouvindo outro grito
surgindo enquanto uma Dakota desesperada aparecia e pulava toda indecente no
colo de todo mundo.
Depois de
muitas risadas, beijos e abraços, tapas, sermões e puxões de cabelo, a
romancista agarrou o CJ e se virou para os amigos britânicos que riam da
interação maluca dos americanos.
– Galera,
esses são Robert e Tom – ela sorriu, apontando para os garotos que se
divertiam. – Eles são de Londres e nós os conhecemos ao longo dessa viagem
louca e decidimos seguir o restante do roteiro juntos!
– Ahhh, esse
é o bofe magia que aparece nas fotos do seu Instagram?
– O gay perguntou todo trabalhado no atrevimento e ousadia, arrancando uma
gargalhada de todo mundo enquanto Kristen meneava a cabeça, descrente. – Que
delícia! Pena que a Stew já está dando uns pegas no Robert!
– CJ! –
gritou incrédula, ao passo que as meninas abraçavam os dois, gargalhando.
– Ué, mas é
verdade, sua danadinha! – Ele mexeu as sobrancelhas em diversão, virando-se
para o londrino de cabelos claros. – Bofe magia, você está cuidando da minha
menina? Está dando todos os bônus necessários? Essa aqui é incansável, vou te
comprar umas camisinhas extras!
– Meu Deus,
CJ, MEU DEUS! – ela gritou ao colocar as mãos no rosto, ouvindo a risada de
todos enquanto Rob a puxava contra ele.
– Bom saber
– Ele riu divertido com o rosto coradinho da californiana ao tentar prender uma
gargalhada, dando um suave beijo em sua têmpora e acariciando suas costas.
O coro de “ooount” foi inevitável.
Lisboa, Portugal – Castelo de São Jorge
17h57min
Após os malucos deixarem suas bagagens no hotel, CJ e
os quatro viajantes decidiram dar uma volta pela cidade enquanto as garotas
recém-chegadas descansavam um pouco. O destino escolhido foi o Castelo de São
Jorge, onde chegaram com um carro ma-ra-vi-lho-so que CJ havia alugado no
aeroporto – palavras dele. O resultado foram os cinco amigos espremidos em um
Fiat Uno pink, de 1997. Robert
dirigia enquanto Kristen se sentava no banco do passageiro, com os outros três
nos assentos de trás no melhor estilo lata de sardinha; sem contar, é claro, o
gay que estava sentado atrás do fotógrafo e ficava brincando com uma pistola de
plástico que disparava água, fazendo a maior zona, risada e gritaria nos poucos
minutos de trajeto.
O castelo era o ponto turístico mais visitado de toda
Portugal, parecido com um grande forte e construído para proteger as tropas na
época da Guerra Santa. O estilo arquitetônico medieval e com longos paredões de
pedra havia sido todo restaurado por conta das guerras sofridas e alguns
terremotos que já assolaram o país.
– Aqui é tão lindo! Parece que eu voltei ao século XIV
– Kristen comentou com um sorriso brincando nos lábios, caminhando maravilhada
pelo mirante que possuía uma vista de 360º para toda a cidade lá embaixo.
– Nunca imaginei que Portugal poderia ser tão
deslumbrante! – O britânico de cabelos claros murmurou ao seu lado,
esgueirando-se no parapeito de pedras do castelo.
Os telhados avermelhados dos milhares de edifícios e
casas tão pertinhos um do outro, separados por pequenos becos e vielas de
paralelepípedos, com o azul enorme e resplandecente do Rio Tejo cortando todo o
lado esquerdo da paisagem – o maior rio de toda a península ibérica, que nascia
há alguns quilômetros de Madrid e chegava até os lisboetas, possuindo uma ponte
simplesmente imensa que ligava uma costa à outra.
– IRRÁ! –
Dakota gritou de repente, fazendo a morena saltar com o susto e olhar para
trás, assim como o londrino, vendo a baixinha pulando nas costas do Tom
enquanto o fazia de cavalinho.
– Vamos, cavalo! Põe marcha nisso aí! – ela berrou com
uma gargalhada, batendo na bunda do rapaz que apenas ria e se perguntava onde
havia se metido.
E é claro
que CJ estava dando estrelinhas pra lá e pra cá, saltitando feito uma bailarina
e dizendo que se vivesse durante a Idade Média, faria um grande baile só pra ele
poder usar quantos vestidos de debutante pudesse!
Oeiras, Portugal – Optimus Alive!
18h44min
– Hmmm... Me
gusta desse lugar!
– É melhor você criar moral, porque a Sienna já está
pra chegar! – Dakota deu um peteleco na orelha do ator mulherengo, assim que
eles passaram ao lado de uma morena bonitona só de shorts e um top.
– Só estou
admirando a paisagem enquanto minha toureira não chega – Ele sorriu cafajeste,
fazendo a turma rir divertida do seu jeito “foda-se”.
Os oito amigos agora caminhavam até a área de shows – o
sol batia deliciosamente contra eles, enquanto a brisa suavizava o calor. Havia
milhares de pessoas ali, sentadas na grama, conversando, rindo, bebendo,
curtindo o sol e o som de indie pop
que vinha de um dos palcos ao longe. Faltavam apenas Sienna e Taylor no grupo,
já que a toureira iria de carro depois de algum compromisso em Madrid, e o
irmão da Kristen havia perdido o primeiro voo.
– Galera, adivinhe quem está tocando agora? – Ashley
chegou correndo ao dizer, depois de ter circulado pra ver qual era a atração do
momento.
– Quem, sua louca? – Scout perguntou animada; os
olhinhos brilhando. – Florence?
– Essa é depois, agora é Passion Pit! – ela dançou de
animação, arrastando Kristen e Dakota, enquanto os dois ingleses riam, dizendo
que iam buscar algumas bebidas geladas pra curtirem o concerto.
Muitas pessoas curtiam o show no enorme palco, com
cartazes gigantescos do Optimus Alive!
nas estruturas de ambos os lados à medida que a banda norte-americana tocava o indie pop e rock alternativo com uma
iluminação leve em contraste à luz deliciosa do sol. E bastou as garotas e CJ
se desviarem de algumas pessoas para chegar a um ponto legal para assistir o
show, que o ritmo suave e agitado de Carried
Away começou.
– Cara, eu amo essa música! – Dakota começou a remexer
os quadris e curtir o som maravilhoso dos garotos da banda, rodopiando as
amigas e rindo com o CJ.
– E o clipe? É uma delícia de assistir; eu adoro a
Sophia Bush – A escritora continuou pulando com Jessica enquanto riam.
– Ah, a Sophia! Vou gravar um filme com ela, acreditam?
– Ashley comentou animada e com um sorriso lindo no rosto de traços delicados.
– Sério? – Kristen questionou com uma risada, feliz
pela atriz.
– Seríssimo, assinei o contrato semana passada! – Ela
riu, chegando mais pertinho da morena e chamando suavemente as amigas e CJ, pra
murmurar algo. – Mas não é tão bom quanto ter um namorado gato e londrino como
o Robert, sua sortuda!
A romancista soltou uma gargalhada divertida, assim
como os outros cinco.
– Ele não é meu namorado, gente!
– Quero ver por quanto tempo... – Dakota assoviou,
recebendo um empurrão da colega de viagem.
– Agora conte, K, quantos centímetros ele tem?
– CJ, deixe de ser cara de pau! – Ela gargalhou outra
vez, meneando a cabeça. – Ele é um amor, tem um beijo maravilhoso e um abraço
tão apertado...
– Alguém aqui está apaixonada? – Scout arqueou a
sobrancelha escura e delineada, sorrindo pra amiga.
– Não sei, ainda é meio cedo pra isso – Deu de ombros,
suspirando. – Só sei que estou curtindo cada minuto.
– É assim que se fala, Stew! – Jessica e seu jeitão
animaram todo mundo quando ela puxou a escritora pras suas costas, rindo e se
divertindo.
Logo os garotos chegaram com algumas cervejas, e a
conversa rolou solta, como se todos fossem conhecidos há anos. CJ e suas
cantadas à cada segundo pra cima do Rob e do Tom eram sempre o auge das
diversões, e todos riam e assistiam animados ao concerto.
Kristen se
aproximou do fotógrafo assim que a última música tocou – os acordes delicados e
que lembravam os anos 80 de Take a Walk soando
em seus ouvidos. Ele mexia a cabeça suavemente com uma garrafa de Heineken na mão direita e seu braço
esquerdo movimentando-se automaticamente para a cintura da garota ao senti-la
ao seu lado. Ela sorriu ao deitar a cabeça contra o seu peito firme e forte.
– Eles
mandam muito bem! – Rob sussurrou em seu ouvido por baixo da música,
referindo-se à banda enquanto sentia as mãos delicadas da jovem subindo e
descendo em suas costas.
– Também
acho – murmurou com um sorriso, lentamente encaixo o nariz na curvatura de seu
pescoço, inspirando o delicado perfume cítrico. – Me acalma.
Ele apenas
assentiu, deixando a bebida cair no gramado quando deslizou os dedos de sua
outra mão contra o rosto fino e delicado dela, transportando-os para os lábios
macios e rosados antes de puxar suavemente o rosto em sua direção e beijá-la
docemente.
De fato, era
como se todos ali se conhecessem há tempos. A interação, as conversas, as
risadas... Eram tão naturais e fluidas e sempre cheias de bom humor. E
principalmente Rob se sentia em casa, com sua garota ao seu lado, seu amigo do
outro, e os californianos o fazendo rir e se sentir bem a cada instante.
– E a vez
que a Stew levou um tombo no set de filmagens? – Scout disse maldosa, olhando
para os britânicos, que gargalharam. – Nós três éramos figurantes em O Grande Gatsby, então estávamos todos
produzidos com roupas dos anos 20. E não sei o que aconteceu que ela tropeçou
numa mesa de frutas e bateu na bicha louca e capotou em cima do Leonardo
DiCaprio!
– Não
acredito! – Tom soltou uma gargalhada estrondosa enquanto a morena escondia o
rosto no peito do Robert, que achava tudo aquilo hilário.
Eles estavam
esperando o show da Florence + The Machine começar, rindo e bebendo a alguns
metros do palco ao pôr do sol quando os putos de LA decidiram contar alguns
podres da amiga.
– Eu juro! –
A morena, de cabelos curtos e chapéu cinza, cruzou os dedos, gargalhando. – Eu
não sabia se ria do tombo, da cara envergonhada da Stew ou do DiCaprio tentando
esconder a risada enquanto se levantavam!
– Scout, não
se deve comentar essas coisas! – ela ralhou com a garota, que apenas ria.
– Ah, deve
comentar sim! – Dakota colocou lenha na fogueira, fazendo sua famosa cara
sapeca. – Assim como a vez que você disse pra sua mãe que ia dormir na minha
casa quando, na verdade, foi nadar pelada na piscina do Jared Leto!
– O quê? –
Robert gritou completamente pasmo; a gargalhada do Tom já aparecendo outra vez.
– Dakota!
– Uma turma
do colégio a desafiou e vocês sabem como a Kristen é... – ela soltou uma
risadinha travessa, beijando a bochecha da morena.
– E o que
aconteceu? – Tom perguntou, adorando tudo que é errado.
– Depois que
eu pulei o muro da mansão, mal deu tempo de eu tirar a roupa pra ele aparecer
na varanda, então eu corri pra fora! – respondeu com um risinho, olhando para o
fotógrafo abismado. – Está tudo bem, Rob?
– Sim, eu só
estava... – Ele engoliu em seco antes de menear a cabeça, rindo. – Eu só estava
fazendo uma imagem mental, nada muito decente!
A escritora
apenas fez uma cara de surpresa com a sinceridade do inglês, os outros
gargalhando ao redor.
– Kristen...
– ele a chamou, sussurrando em seu ouvido enquanto ouvia as luzes do palco se
apagar e a voz da Florence aparecer suavemente. – Ainda bem que o Jared Leto
apareceu antes de as coisas esquentarem.
– Por quê? –
Tentou falar, ainda abobalhada, olhando nos olhos tão azuis do londrino.
– Porque o
parque de diversões é só meu, okay?
Ela riu de
lado, surpresa, divertida, deliciada. E ele sorriu de volta, beijando a pele
macia de seu pescoço.
Logo, Only If For a Night começou a soar. A
melodia suave, calma e quase religiosa atingindo todo mundo de uma maneira
quase transcendental. Era maravilhoso o ritmo de art rock e pop barroco que as músicas da banda britânica exalavam,
e a vocalista de belos cabelos vermelhos parecia uma fada com o longo vestido
preto reluzindo sua pele alva e flutuando por onde ela andava. Era como se ela
fosse uma aura com uma bela voz.
Kristen
aproveitava cada uma das músicas escorada no peito do fotógrafo, tirando fotos
do concerto e suspirando a cada música ou rindo com a personalidade hiperativa
e única da cantora.
–
“No dawn, no day, I'm always in this
twilight in the shadow of your heart...” – ela cantarolou o pedacinho de Cosmic Love, sorrindo com a voz tão poderosa
da Florence na canção potente e entristecida.
E duas
músicas depois, os acordes iniciais e agitados de Rabbit Heart começaram, as luzes ficaram mais claras e a cantora
começou a pular e conversar com a plateia em seu sotaque britânico.
– Se você
está com uma garota e se você gosta dela, ou a ama... – Ela sorriu, andando
enquanto olhava para todo mundo com seu microfone em mãos. – Nós gostaríamos
que você a levantasse sobre os seus ombros, nós gostaríamos de ver algumas
garotas nos ombros!
A galera
começou a sorrir e se animar. Kristen soltou uma risada divertida quanto ela
continuou.
– Eu sei que
pode soar estranho, mas... – Florence parou com o rosto feliz e animado,
apontando para um homem que colocou uma mulher sobre os ombros, sorrindo. – Uau,
já tem um ali, isso funcionou!
E, então, a
morena sentiu Robert a virar para ele enquanto sorria entretido, olhando-a com
seus olhos brilhando.
– Suba! –
ele falou, apontando pros seus próprios ombros. Ela ficou surpresa, meneando a
cabeça.
– O quê? Eu
sou pesada, Rob.
– Duvido,
vem logo. – Revirou os olhos, agachando e a puxando pela cintura até que ela
subiu; ambos rindo.
– A vista daí é boa? – ela provocou com uma risada,
olhando para ele embaixo dela, massageando os cabelos claros ao sentir as mãos
dele acariciarem suas pernas nuas pelos short
jeans curto.
– Perfeita. – O inglês respondeu com um sorriso torto,
e logo Florence avistou os dois e apontou para eles, sorrindo.
– Olhe, ali tem mais uma! – A cantora riu e a
romancista acenou para ela, que retribuiu antes de apontar para outro casal. –
E mais três, quatro, cinco! Uau!
Kristen riu ao ver Dakota sobre os ombros de Tom e CJ
carregando a Ashley, assim como várias outras pessoas que fizeram o mesmo,
tapando os olhos da luz fraca do sol que se punha. E, assim, Florence Welch
falou outra vez, os acordes da música começando a soar mais alto.
– Esse é o Optimus
Alive! Festival, essa se chama Rabbit
Heart e é pra vocês, garotas!
Todos pularam
e sorriram durante toda a música, sentindo a melodia animada em sintonia à voz
da ruiva enquanto cantavam juntos – a tradução sendo uma das mais belas e puras
que qualquer um já pudesse ter ouvido: “Isso é um dom que vem com um preço. Quem
é o cordeiro e quem é a faca? Midas é o rei e ele me abraça tão forte, e me
transforma em ouro sob a luz do sol”.
E depois da
maravilhosa Dog Days Are Over para
fechar o show da forma mais perfeita possível, Florence se despediu da platéia
enquanto pulava como uma fada, até que os últimos acordes soaram e todos
aplaudiram e agradeceram à incrível performance.
– Gente, tem
um olho na minha lágrima! – CJ murmurou com toda a sua veadice, fazendo com que
os amigos rissem, mas concordassem. – Que show lindo.
– Ain, essa Florence me deixa gay! – Dakota
gritou com os braços abertos, correndo na frente de todos antes de parar e
olhar com uma expressão confusa. – Bem, me deixa mais gay do que eu já sou, mas
vocês entenderam o que eu quis dizer!
Eles riram
ao caminharam para uma área mais alta e tranquila do gramado, bem distante do
palco que agora recebia a música londrina dos Noisettes. De onde se sentaram, era possível apreciar o concerto ao
longe e ouvir o agitado indie/rock com uma pitada soul da banda.
– Eu adoro a
voz da Shingai – A romancista comentou, terminando de mastigar seu pastel de
nata – típico da culinária portuguesa, com um gostinho doce e que lembrava uma
empada na aparência. Uma delícia, polvilhados de canela e açúcar em pó.
– Eu também
gosto; ela tem uma voz límpida e bonita – Jessica concordou ao seu lado, com a
boca cheia.
– Toca muito
em Londres, você precisa ver! – O fotógrafo falou, levantando-se para jogar um
papelzinho no lixo antes de voltar e se sentar ao lado dela.
– Sério?
– Sério, o
segundo álbum da banda está sempre nas primeiras posições! – Ele sorriu quando
a morena roubou um gole deu seu refrigerante. – Você anda um pouco abusada, eu
acho.
– Eu?
Abusada? – Perguntou com uma risada, empurrando-o.
– Você sim,
roubando as coisas dos outros... – murmurou baixinho, aproximando seu rosto à
medida que sorria e encarava os olhos verdes.
Ela sorriu,
beijando-o suavemente nos lábios. E Wild
Young Hearts tocava quando seu irmão apareceu, sorrindo e com uma garrafa
de cerveja nas mãos.
– Taylor! –
A irmã cantarolou animada, correndo para abraçá-lo e bagunçar os cabelos
castanhos claros. – Que saudades de você, pirralho!
– Pirralha é
a sua bunda, K! – retrucou maldoso, rindo ao ver a cara feia que ela fez,
virando-se para a galera e cumprimentando todo mundo. Ele sorriu quando apertou
as mãos do Rob, já sabendo que ele estava dando uns pegas na irmã.
Taylor
Stewart era o típico garoto desencanado. Magro, pele branca, olhos verdes e
animados, cabelos castanhos e revirados dentro de um boné surrado – um visual
despojado de skatista.
– E aí,
porque demorou tanto pra chegar? – A morena perguntou quando ele jogou os
braços em seus ombros. E então ele fez uma breve expressão culpada.
– Eu meio
que trouxe um convidado.
– Quem? –
Ela franziu o cenho, olhando para os lados. E então viu a praga.
Caminhando
até onde eles estavam, ninguém mais ninguém menos do que Michael Angarano – seu
patético ex-namorado – sorria para ela.
Meu sangue é radioativo
Meu coração é nuclear
(Marina & The Diamonds - Radioactive)
O que acharam? Hahahahahaha' Mas não se preocupem. O Orégano não vai
fazer estragos. Acho. LOL
Romance entre RK, os amigos maluquíssimos das garotas, o festival! Ah,
o festival! *suspiro gay* Hahahahaha'
Próximo cap teremos muito mais do festival. Então comentem que logo trago
mais.
Toodles honey























1 comentários:
Ah, mais um capítulo de BR. Uhuuul...faz dancinha...\o/ #aproveitandoafolganotrabalho
E já começamos com Dakota sendo Dakota....kkkkkkk....eu quero ser amiga dela. Fato. Mesmo com a vergonha que ela proporciona, de propósito devo ressaltar, a quem ela ama. Robert Jude Law agora? Kkkkkk....#eugostei
E Robert carente querendo atenção? Para, Kristen...se joga nele é que é. U.U
Ai, ai, essa americana sempre me faz balançar a cabeça em concordância com o que escreve. Caráter, atitudes verdadeiras, sinceridade, gentileza... são essenciais para uma boa pessoa.
MAS, PERA...como assim? Robert com bandeja cheia de gostosuras na mão? Oh, imagem mental deliciosa!! #sos
E sério...não misture morangos (que eu amo) com beijos entre Kristen e Robert. Tá louca? Quer perder a leitora? Fiquei quente...deu um calooooor. De repente. #abana #ideiaseideias
Quê? Estou “sensível”. U.u
E a gangue na área? Muito vida. Eu ri muito com a descrição do CJ, bicha louca! “Vinte e poucos anos de pura retardadice mental.” Kkkkkkkkk acho que o define bem!! E o restante não fica atrás, né? Muito delícia e divertido. Principalmente CJ envergonhando a Kristen dando conselhos pro Bofe Magia...kkkkkkkkk #rimuito
Uau, o Castelo parece um forte mesmo. Deve ser incrível andar por ele. É uma viagem no tempo. Quê? Google é acessório obrigatório para sua escrita. :D
Mas, o que é Dakota fazendo Tom de cavalinho, meu Deus? E CJ sonhando ser uma debutante da Idade Média? Kkkkkkk #socorro
Aí veio a música. O festival. Música é sempre bom. Seja qual for. Música é vida!! E eeei, adorei o clipe do Passion Pit. Não, não conhecia. Conhecendo novas músicas, novos artista e vários lugares incríveis por meio da história. Show!!E adoro a Shopia também. #linda
E essa turma é delícia demais!!
Mas, pera...Kristen, música gostosa, Heineken, Robert e amigos loucos do lado? Vai te lascar...minha inveja interior está fazendo Streep Tease. #chateada
E amigo que é amigo dedura os micos do outro. Certo? Kkkkk Kristen danaaaada. E Robert bancando o possessivo é de arrepiar. Adoooooro. E amei o momento gay de todo mundo...kkkk você se diverte com eles. Curte o som desconhecido, em sua maioria, pelo menos pra mim, junto com eles... e sorri.
Ah, e quando você está sorrindo...mesmo sabendo que o capitulo está acabando. PÁ. Vem esse despacho de encruzilhada?? (não, não assisto novela. Mas, meu pai é noveleiro e já ouvi isso tantas vezes que ficou na mente...kkkkk)
Angarano na área? Sério, Taylor? Comeu cocô antes de vir?
E tu autora? Quer morrer??? Quê? Como leitora assídua e Robsten incondicional tenho todo o direito de te ameaçar. E lembro-lhe que treino Muay Thai. U.U
Kkkkkkkk certo, parando com o momento homicida. Que capítulo gostoso. Leve. Musical. Divertido. Muito bom. Adorei. Espero que esse ser indesejável REALMENTE não venha para causar estragos...RUM. #ameaçainseridanocontexto
E que ele seja só um “extra” para deixar Robert ciumento e possessivo e pegar Kristen “daquele jeito”...#óasideias #adooooro. Quê? Sou perva. U.U
Enfim...adorei!! Parabéns, lindona. Capítulo muito gostoso de ler.
Beijão!!
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