20 outubro 2013

DP - Capítulo 3

Hola! Como prometido, aqui está o novo capítulo de DP!
Queria agradecer muitíssimo ao apoio de cada uma de vocês... Os comentários me fazem sorrir que nem uma gayzona, gente! Hahahahaha' E um obrigada especial às divas que recomendaram a história! YEY!
Bella Alvarinho, Raira Ketilly Silva e nossa beta gatona, Aline Bomfim! Obrigada, vadias! Hahahahaha'

Grupo: facebook(PONTO)com/groups/501155363274932/

Ride

“Eu ouço os pássaros na brisa de verão, eu dirijo rápido
Estou sozinha à meia noite
Tenho tentado arduamente não me meter em confusão
Mas eu tenho uma guerra em minha mente”

            Isabella fechou os olhos outra vez, resmungando com a luz do sol que cortava as longas cortinas de seu quarto e batia em seu rosto. E, então, ela sentiu o latejar de uma enxaqueca e gemeu, revirando-se na cama.
            Puta. Que. Pariu.
            Ela abriu os olhos rapidamente e sentou-se num salto na king size.
O que ela havia feito na noite anterior? Ela só poderia estar louca! Completa e inteiramente louca! Edward Masen, beijo, bebidas, conversas, maconha, amasso quente e nascer do sol na praia passaram como um flash em sua mente. Ela nunca – nunca – havia agido de forma tão espontânea e inconsequente assim. Mas o pior... Ela havia amado cada segundo.
            Depois de assistirem silenciosamente o dia nascer, o britânico levou Bella de volta ao Old Paul’s – e após um suave beijo nos lábios e uma promessa de que ela ligaria para ele quando quisesse se divertir, a morena partiu em seu Jaguar vermelho rumo a Bel Air. E ela apenas se lembrava de encontrar a mansão calada e quieta naquela manhã, esgueirando-se em seu enorme quarto a fim de algumas boas horas de sono.
            Apesar daquele completo estranho que a enfeitiçou, ela sentia a pequena vibração em seu peito por ter feito algo por conta própria, apenas ela e sua escolha de dizer “sim” a um mundo novo e repleto de descobertas e fascínios – sem hesitações, sem dúvidas, sem influências e extratos bancários de milhares de dólares. Apenas Isabella.
            A jovem havia experimentado um pequeno pedaço da liberdade, mas qual seria o tempo até o efeito da adrenalina passar e ela precisar de uma nova dose? Ela não fazia ideia.
            O celular vibrando entre os caros lençóis de linho a fez resmungar e tatear a cama a sua procura, vendo uma nova mensagem piscando com o nome de seu namorado.
            – Riley! – ela quase gritou, gemendo em alto e bom som, logo em seguida, ao ver que toda a merda que havia feito era ainda maior. Ela era a porra de uma garota comprometida que saíra aos amassos com um britânico quente na noite anterior! Perfeito.
            O que acontecera com ela, afinal? Ela amava Riley Biers. Bem, ela parecia sempre esperar mais dele, mas não podia pedir demais quando já possuía tudo. Ela gostava de sentir o corpo grande e quente dele contra a pele macia e de traços pequenos de seu próprio corpo. Ela gostava dos beijos suaves dele, do modo gentil que a língua trilhava seu lábio inferior e da mão firme pousada na base de suas costas sempre que eles precisavam cumprimentar incontáveis pessoas em algum jantar.
            Ela se sentia bem com aquilo. No entanto, agora ela enxergava que jamais se sentira completa.
            Por que sua vida tinha que ser assim? Ela sempre tinha tudo o que pessoas ao redor do mundo desejavam ter, mas ela nunca conseguia as coisas mais fáceis que todos tinham – ela não se sentia feliz, não se sentia plena, não se sentia nem ao menos sincera consigo mesma. Isabella Swan era cheia de um grande e espaçoso vazio.
18 outubro 2013

Dark Paradise (Original)


Sinopse: Andrew, o perfeito tipo de cara errado. A reencarnação de James Dean.
Scarlett, exatamente a garota certa. Uma Marilyn Monroe com perfume de frésias e cocaína. A menina de grandes olhos verdes que apenas encontra a perfeição no submundo do britânico que ela jamais imaginaria amar.
O que é bem, mal, certo, errado? O que é o paraíso, afinal? Qual a sua verdadeira definição?
Eles vão viver em um universo paralelo entre que você chamaria de paraíso e escuridão.

Classificação: +18
Categoria: Originais
Shipper: Scarlett/Andrew
Gênero: Romance, Drama, Darkfic, Humor Negro, Universo Alternativo
Terminada: Não | Última atualização: 21/03/2014

Notas:
– Extensão da minha one-shot "Born to Die". Não é preciso ler a one para acompanhar esta história, o que tiver lá também será repetido aqui (embora sujeito a alterações).
– Inspirada no álbum "Born to Die: Paradise Edition" da Lana Del Rey.
– Esta história NÃO faz apologia a drogas ou qualquer situação ilegal aqui citada.
– Se você não tem maturidade para ler isso, nem perca seu tempo. Se tem, seja muito bem vindo e desfrute cada parágrafo.

Capítulos:

01. Prólogo
04 outubro 2013

DP - Capítulo 2

N/A: Hey, babies! Eu nem sei como agradecer ao carinho imenso de todas vocês e a tantos comentários. Fico muito feliz por estarem curtindo DP e espero que continuem amando! Hahahaha'
E acima de tudo, um super obrigada a minha baby Aline Bomfim, a beta de "Dark Paradise" e "Burning Red" que me ajuda tanto com as ideias e a colocar as histórias em ordem! Eu te amo, vadia.
Agora aproveitem o capítulo! Boa leitura o/

Gods & Monsters

“Numa terra de deuses e monstros
Eu era um anjo vivendo no jardim do mal
Fodida, assustada, fazendo qualquer coisa que eu precisava
Brilhando como um farol em chamas”

            Ele e tudo o que tocava tinham gosto de quatro de julho. O dia da independência norte-americana, a liberdade em suas veias e artérias, transportando um fluxo de oxigênio e energia que intrigava a todos por onde passava. Inclusive Isabella.
            – Pra onde estamos indo? – ela perguntou pela terceira vez desde que disse “sim” à proposta e Edward a arrastou para fora do pub, com ela lhe oferecendo o Jaguar para irem até outro ponto de Los Angeles.
            – Você não desiste, não é? – retrucou com um sorriso de lado em divertimento, desviando os olhos da estrada por um segundo para ver as íris verdes curiosas da garota. – Ok, vamos ao Old Paul’s, conhece?
            – Não – Franziu o sonho ao morder o lábio inferior; um misto de temor e excitação deslizando por seus músculos.
            – É uma espécie de pub em Hollywood, estamos chegando. – Sorriu, apreciando apenas o barulho noturno da cidade enquanto as luzes de postes e bares iluminavam o interior do automóvel caro e esportivo.
            A herdeira de fato deveria ser louca por deixar um desconhecido dirigir seu carro para um lugar totalmente incógnito, mas toda aquela adrenalina apenas servia como uma descarga de sentimentos e sensações que nunca haviam tomado seu corpo antes. Ela podia sentir a vibração e o brilho por trás dos seus olhos, o aroma do perigo e o gosto tão suave que o beijo tão recente do britânico havia deixado em seus lábios.
            Alguns dizem que genialidade e loucura são sinônimos que apenas certas pessoas podem identificar – e a morena com certeza seria uma delas. Para ela, Edward era muito mais do que um homem que ela jamais havia visto na vida. Para ela, era o descobrimento de uma nova terra que ela apenas conhecia pela televisão e contos que viajavam em seus pensamentos desde que criara idade o suficiente para se aventurar em ideias insanas e cada vez mais sombrias.
            Isabella não queria ser má. Ela só não queria mais trair aquela vontade irrefreável que dominava seu peito.
            – Voilà! – O inglês sorriu ao estacionar o Jaguar vermelho em frente ao pub de uma área não muito movimentada do setor, as ruas escuras e alguma música do Nirvana soando de dentro do estabelecimento.
Na calçada havia algumas motocicletas reluzentes e um grupo de pessoas fumando e conversando, incluindo duas mulheres morenas e bonitas que sorriram para o britânico assim que ele saiu do veículo, aproximando-se da herdeira.
– Está tudo bem? – ele inquiriu com um olhar confuso e levemente preocupado para ela, sem nem perceber as outras duas que o encaravam.
– Tudo ótimo! – A jovem respondeu com um sorriso largo, despojada ao engolir a pontada do sentimento que a tomou ali. Qual é? Ele era dela essa noite, vadias.
– Então vamos! – Edward sorriu de volta, fitando-a com aqueles olhos perigosos e hipnotizantes antes de envolver a mão grande ao redor dos dedos da garota e a puxar para a entrada do pub.
E era diferente de tudo o que Isabella já havia visto com seus próprios olhos.
O ambiente era todo revestido em madeira escura e pequenos tijolos ornamentais, a luz era baixa e escura, despontando alguns pontos dourados e azul-escuros ao redor do bar. Mesas de madeira eram dispostas por todo o enorme e sombrio salão enquanto um balcão ao fundo tinha uísques e licores dispostos nos armários de vidro atrás, com alguns barmen já preparando um drinque e outro para os clientes.
E por toda a penumbra do ambiente, era possível ver vários grupos ao redor das mesas de sinuca em alguns cantos, a fumaça dos cigarros anuviando o ar e os acordes tentadores e delirantes por baixo da voz de Kurt Cobain em Heart-Shapped Box.
De repente, ela se sentiu vestida inapropriadamente para uma ocasião.
– O que houve? – Edward questionou com os lábios em seu ouvido, fazendo-a se arrepiar brevemente com a deliciosa sensação.
– Acho que minha roupa não condiz muito com o lugar... – ela disse com um sorrisinho sarcástico ao fitar o jovem.
Os olhos azuis desviaram do rosto da morena para seu corpo esbelto e de curvas suaves, o que fez os lábios dele se curvarem ligeiramente para cima em um sorriso provocante, embora deliciado.
– Não seja por isso.
E ao murmurar essas simples palavrinhas, os dedos do inglês se desvencilharam dos dela em direção ao cardigã caro e bonito ao redor de seus ombros; ela mordeu o lábio inferior em expectativa e curiosidade.
– Importa-se? – ele questionou sensualmente, seu sotaque banhando cada letra, à medida que a garota simplesmente arqueou uma de suas delineadas sobrancelhas com um sorriso malicioso.
– À vontade.
E sem mais qualquer questionamento, Edward rasgou a frente do delicado casaco lilás, fazendo alguns botões saltarem enquanto a morena disfarçava um pequeno grito de surpresa, vendo as mãos grandes e firmes do homem puxarem com destreza a vestimenta de sua pele antes de embolá-la e a jogar em um canto qualquer do bar.
– Espero que ela não tenha um grande valor sentimental pra você – falou em um tom baixo, referindo-se ao cardigã ao trabalhar seus dedos nos primeiros botões da camisa branca da jovem.
– Nenhum – Ela sorriu sem conseguir tirar os olhos daquele rosto de traços fortes que escondiam os maiores segredos que sua mente poderia sequer formular.
 
Template feito por Nathália Almeida, exclusivo para disponibilização no Single Themes. Não retire os créditos!