21 março 2014

DP - Capítulo 9

Bow down, bitches! Finalmente cheguei depois de um atraso do caralho, culpa da minha enxaqueca e da minha faculdade. ANYWAY, estamos aqui com um capítulo fodástico de DP inspirado em uma das minhas canções preferidas da Lana. 
Espero que gostem!

Body Electric

“Elvis é meu pai, Marilyn é minha mãe, Jesus é meu melhor amigo
Nós não precisamos de ninguém, porque temos um ao outro
Ou pelo menos eu finjo”

            A porta da frente estava destrancada quando Isabella chegou em casa no meio da manhã após a pequena fuga para Nova York – e ela não se arrependia nem um pouco da noite completamente insana e adoravelmente desfrutadora enquanto ela e o britânico caminhavam em frente ao Chelsea Hotel e fingiam ser Sid e Nancy. Algumas horas depois na classe executiva da companhia aérea, ela e sua mais recente bagunça estavam de volta a LA.
            A garota tropeçou ao tirar seus sapatos de salto dos pés cansados e passar as mãos nos cabelos revoltos e castanhos, cambaleando até a escadaria da enorme mansão em tons clássicos e brancos. Ao passar pelo hall da sala de visitas, no entanto, ela estancou.
16 fevereiro 2014

DP - Capítulo 8

Heey, bitches! Como vão?
Aqui está mais um cap de DP... Espero que gostem! <3

Diet Mountain Dew

“Diet Mountain Dew, baby, New York City
Nunca houve uma garota tão bonita
Você acha que seremos apaixonados para sempre?
Você acha que seremos apaixonados?”

            Nova York estava esplêndida! O céu nublado, o movimento, os carros, as pessoas apressadas, os prédios de tijolos, de concretos, de imensas paredes espelhadas cobrindo arranha-céus e o oxigênio partindo do Central Park há apenas algumas quadras dali. Era simplesmente impossível não amar cada parte daquela cidade.
            – Eu amo Nova York! – Isabella gritou em plenos pulmões e com um sorriso de criança no rosto ao avançar rapidamente pelas ruas fora do horário de pico e admirar cada beleza no carro conversível.
            Edward riu, esparramando seus braços pela lataria brilhantemente vermelha da Ferrari alugada. O motivo de terem atravessado o país em um jatinho particular naquela mesma manhã? Isabella, seu sorriso de menina e um pedido para um dia insano sem quaisquer favores, medos, receios ao deixarem os dois completamente a mercê da vida e daquela selva de concretos. Manhattan era praticamente a segunda casa da jovem herdeira e ela conseguiu o conquistar com aqueles grandes olhos verdes que o fascinavam.
            Aquela era sua pequena e maravilhosa loucura em busca da liberdade.
            – Você é louca – O britânico falou com uma risada, preenchendo-se com cada detalhe através de seu Wayfarer escuro. Isabella, é claro, sorria atrás daqueles óculos em forma de coração de armação vermelha que irradiava pecado.
            – Só estou me divertindo! – Deu de ombros ao sorrir ainda mais, trocando a marcha à medida que avistavam o Radio City Music Hall no quarteirão à esquerda.
            E ao dirigir com o Central Park como vista, a morena pegou a segunda saída para a Broadway até chegar ao Mandarin Oriental, obviamente o hotel mais caro da cidade.
            – O que os senhores gostariam? – O simpático recepcionista questionou ao mexer em seu bigode, divertindo-se com o sorriso fácil e tão jovial do casal.
            – Suíte presidencial, por favor – Bella sorriu, beijando a bochecha de Edward antes de sorrir e entregar seu cartão de créditos.
            E foi com esse mesmo sorriso fácil que ambos adentraram a imensa antessala do último andar. O piso e as paredes leste-oeste eram forrados em madeira escura, havendo uma belíssima mesa de jantar e luminárias douradas do lado esquerdo e, ao lado direito, sofás de couro e poltronas cinza combinando perfeitamente com o tapete vermelho e flores da mesma cor. Toda a imensa parede norte, porém, era revestida em um vidro límpido que mostrava a belíssima paisagem de prédios e o parque mais famoso da cidade.
            – Ah, essa vista! – A garota suspirou ao rodopiar pela sala e ser seguida pelo inglês até o quarto todo em tons de ouro por conta dos abajures e as cortinas e carpete cor de creme.
A enorme cama de casal estendia-se ao lado de duas poltronas e uma pequena mesa próxima a mais uma parede de vidro. Atrás da cama, no entanto, ficava um imenso espelho e, em cada uma de suas extremidades, uma porta que dava de volta para a sala e outra para o lindo banheiro nas mesmas cores, respectivamente.
– Uau! – Edward exclamou divertido com todo aquele luxo cinco estrelas, pegando uma garrafa de champanhe dentro do balde de gelos ao lado da TV de tela plana.
            – Isso não é lindo? – Ela riu, abrindo os braços com um gritinho empolgado antes de roubar a garrafa do espumante e, então, correr pelo quarto e pular como uma criança em cima da king-size. – Foda-se o dinheiro! As crianças na África vão continuar a passar fome, a Europa vai continuar em crise e os políticos vão continuar a nos roubar se eu gastar ou não o meu dinheiro, não é? É isso o que meus pais e toda aquela gentinha diz, então vamos ver se vale de alguma merda!
            – Como eu disse, você é louca! – Edward gritou risonho ao também subir na cama e ouvir a risada histérica e animada da californiana.
            – E eu nunca disse que não era – Sorriu de volta, estourando o champanhe e sentindo a bebida molhar sua garganta docemente através do gargalo.
            Ele roubou um beijo ao puxar a morena pela cintura, sorvendo alguns goles do espumante logo em seguida e a vendo sorrir quando ela lhe tomou a garrafa e rodeou as mãos ao redor do pescoço do homem.
            – Esta noite nós vamos nos divertir como nuca – murmurou sorridente contra seus lábios, fazendo-o circundar os sinuosos quadris ao fitar os olhos cheios de planos e sensações.
            – Já tem algum destino, madame?
            – Upper East Side e alguma loucura depois.
            E ambos sorriram, beijando-se ardentemente.
            Horas depois e com uma Nova York despontando luzes durante a noite, Bella sorriu ao terminar de se enxaguar durante o banho.
            – Nem me venha com esse olhar, nós estamos atrasados – repreendeu risonha ao ver a expressão maliciosa do britânico que invadia o banheiro só com uma toalha enrolada na cintura.
O cômodo era grande e todo revestido em mármore negro e creme, também com grandes janelas de vidro com vista para os prédios e tons dourados das luminárias. E ela riu quando Edward soltou um falso muxoxo, entrando predadoramente no box transparente.
– Nem um beijo rápido? – Sorriu ao segurar a cintura da morena e seus olhos deslizarem pela pele nua.
– Hm-hm – murmurou travessa, tirando a toalha dos quadris do londrino e o enrolando no próprio corpo molhado. – Você não vai precisar disso aqui agora.
E simplesmente caminhou para fora do banheiro, deixando-o com um olhar abismado, embora terrivelmente quente.
Aquela garota fazia uma verdadeira bagunça com cada uma de suas terminações nervosas. Era como se Isabella Swan demandasse cada sinapse de seu cérebro e tivesse o total controle de seu córtex. Tudo o que ele conseguia pensar, falar, agir e principalmente sentir estava de alguma maneira ligado àquela menina – fosse algo que a lembrasse, algo que a faria soltar algum comentário doce e sarcástico ou simplesmente fazê-la sorrir daquele jeito que confundia sua mente.
Aquele fodido sorriso que o levava aos Céus e o depois o jogava nas profundezas do Tártaro.
A herdeira dançava distraída enquanto perambulava pelo quarto assim que Edward atravessou a porta com uma das toalhas que sobraram na cintura. Apenas uma lingerie sexy e preta delineava suas curvas sob a renda cara, as quais remexiam-se à voz de Elvis Presley vindo do estéreo com One Night.
“The things that we two could plan would make my dreams come true…” – ela cantarolou ao rebolar suavemente com os olhos fechados, encaixando um brinco em sua orelha.
– Você é um pecado, Isabella – O homem murmurou com um sorriso safado atravessando seus lábios e os braços cruzados no peito. A jovem abriu os olhos assustada, sorrindo sapeca logo em seguida enquanto fitava o corpo deliciosamente úmido de Edward.
Ela suspirou.
– Acho que eu devo dizer o mesmo – Deslizou as próprias mãos por sua cintura e suas coxas, movimentando-se lentamente ao ritmo da canção...
– Temos champanhe e morangos... – ele comentou cheio de segundas intenções ao se aproximar devagar.
– Nós não temos tempo... – falou ainda se remexendo, mordiscando o lábio inferior ao admirar cada parte pecaminosa dos ombros largos e o abdômen... Oh, merda!
Os olhos verdes saltaram maliciosamente para a garrafa de champanhe, os morangos ao lado dos gelos, o corpo do britânico. O champanhe, os morangos, o britânico. O champanhe...
– Merda, já estamos atrasados mesmo! – Ela jogou as mãos para o alto antes de enrolar as pernas nos quadris do jovem e beijar sua boca sedenta e sempre tão quente.
– Porra, você é tão gostosa! – Edward arfou contra os lábios ofegantes, empurrando-a sobre a bancada ao lado do espumante e sentindo os pequenos dedos puxando sua toalha à medida que ele arrancava o sutiã da morena.
– E com champanhe eu fico muito melhor... – murmurou sacana, fazendo-o sorrir e se deliciar ao pensar como aquela mulher louca, maravilhosa e docemente perigosa fora parar em seus braços.
Ele só sabia que jamais a deixaria sair dali.
04 fevereiro 2014

DP - Capítulo 7

Hey, babies! Aqui está mais um cap de DP, com direito a Edward ensinando uma liçãozinha de moral a certo personagem... Hahahaha'
Quem não conhece a música do capítulo, Gangsta Boy, basta ouvir e ver a letra aqui: letras.mus.br/lana-del-rey/gangsta-boy/traducao.htmlEnjoy it.
Me digam o que acharam e trago o próximo cap rapidex! 



Gangsta Boy

“Eu não me importo com o que minhas amigas
E minha mãe dizem sobre você, bad boy
Eu gosto do drama”

            Ela era linda. Ela era linda com aquele corpo esbelto, de curvas discretas que o enlouqueciam. Ela era linda com seus belos seios, sua bela cintura e seus belos quadris. Ela era linda com aquelas pernas de bailarina, sotaque californiano e um jeitinho de patricinha que o deixava louco. Uma Bonnie Parker vestida de Bonequinha de Luxo. E aquilo o fascinava.
            Os atentos olhos azuis seguiam os passos e os movimentos sutis e sensuais como um falcão protegendo seu ninho. Isabella estava em uma lingerie recém-comprada na Rodeo Drive, testando sua nova calça jeans que a deixava ainda mais excitante. A larga blusinha violeta acinzentada de botões, com curtas mangas e que deixavam parte de sua barriga deliciosamente alva e magra de fora, o cordão com um pingente de cruz em seu pescoço e os altos Loubotins que usara na noite passada presente nos pequenos pés.
            Um verdadeiro pecado sobre pernas que se olhava no espelho do corredor distraidamente em busca de alguma imperfeição – o que seria impossível.
            Edward a admirava com a mais fogosa e hipnotizante das sensações, tendo aquela bela mulher em seu apartamento após a complicada festa da noite anterior. Vê-la sempre tão frágil, tão pequena e à mercê das coisas horríveis nesse mundo, fez o homem ter a plena certeza de que colocá-la em sua moto e levá-la para casa era a melhor de todas as decisões. Após um banho, alguns suspiros e usando uma camiseta velha do britânico, Isabella pegou no sono. Enquanto ele pensava em certo alguém.
            Riley estava fodidamente em problemas – e agora oficialmente desde que provocara sua Bella naquela merda de quarto de hotel. Ele poderia ser milionário, bilionário ou o caralho que fosse, mas Edward o faria pagar por deixar aquelas lágrimas nos olhos da morena. Ele estava apenas esperando a hora certa.
            – E então? – A herdeira perguntou hesitante ao se virar para o britânico espalhado em seu sofá com um cigarro nos lábios, surpresa por notá-lo já com o olhar sobre ela.
            – Perfeita – murmurou ao jogar fora as cinzas, caminhando até a garota que havia retornado para o espelho com um sorriso no rosto. – Você é linda, Bella.
            Ela riu, olhando-o logo atrás de seu corpo através do reflexo.
            – Talvez você esteja cego, querido – provocou ao pegar o batom no móvel abaixo do espelho, sendo interrompida por uma grande mão em seu abdômen puxando-a para trás. – Oh!
            – Digamos que... – ele sussurrou intenso ao fitar as íris verdes pela imagem refletida, deslizando os fios castanhos para longe de seu pescoço. – Se Priscilla Presley, Marilyn Monroe e Audrey Hepburn se unissem numa mulher só, ela seria você.
            Ela suspirou, fechando os olhos por um segundo ao aproveitar aquela sensação maravilhosa, contornando seus dedos nos cabelos do inglês colado em seu dorso.
            – E se eu dissesse que adoraria ser a Jackie O’?
            – Ah, meu anjo, – murmurou contra o ouvido, ganhando seu olhar perdido em desejo. – apenas boas garotas podem ser a Jackie O’.
            Isabella soltou uma delicada risadinha, virando-se para o homem e sussurrando contra os seus lábios.
            – Eu sempre tive vocação pra ser a Marilyn da relação mesmo.
            – Contanto que eu seja o JFK, eu não reclamo de nada – respondeu com um sorriso, fazendo-a rir mais uma vez.
            – Eu diria que você definitivamente seria James Dean.
23 janeiro 2014

BR - Capítulo 11

Oi, babies! Aqui está mais um cap de BR!
Vamos ver o que os nossos putos preferidos aprontaram. Hahahaha'
Enjoy it.

Valência – Parte II
Não há nada mais perigoso que um garoto com charme
Ele é de parar o trânsito, faz minha calcinha cair
(Christina Aguilera - Candyman)

Valência, Espanha – Catedral de Valência
11h24min

            Localizada na Plaza de la Virgen ficava a bela basílica metropolitana. Construída primeiramente em 1262 com estilos gótico e barroco, a obra era imensa e ostentava uma magnificência tipicamente espanhola e média. Era lindo e imenso e parecia que Robert, Kristen e Dakota foram teletransportados para algum universo paralelo cheio de castelos de pedra.
            E muitos afirmavam que exatamente aquela catedral era verdadeiro abrigo do Cálice Sagrado.
            – Você acha que o Santo Graal está realmente aqui? – O britânico perguntou suavemente, seus olhos admirados demais pela estrutura da igreja enquanto caminhavam pelos ambientes.
            – Eu não faço ideia – A morena deu de ombros com uma risadinha. – Alguns dizem que é o lugar mais provável, mas meus sentidos de Dan Brown dizem que está no Louvre.
            – Acho que tem alguém lendo muito O Código da Vinci... – A loura passou toda travessa pelo casal, tirando fotos com a máquina do londrino.
            – O que posso dizer? Sou uma fã! – Defendeu-se ao rir, sendo seguida pelos outros dois.
            – Mas sério, pra mim ele foi sepultado junto do corpo de Jesus Cristo – Rob comentou, admirando distraidamente a bela cúpula.
            – Pode ser...
            – Quanto mistério! Vamos procurar essa budega agora! – Dakota jogou as mãos para cima, andando até a sacristia.
            – Ficou maluca, loira? – A amiga riu ao pegá-la de jeito pelo braço e a fazer sentar sobre o banco de madeira. – Agora fica quietinha aí sem dar um pio.
            – Ok, mãe – Ela revirou os olhos e apenas sobrou para os outros dois rirem.
10 janeiro 2014

DP - Capítulo 6

Hey, bitches! Como vocês estão? 
Aqui está um cap fodeeex de DP! Altas emoções! Hahahahaha'
Ah, não sei se alguns sabem, mas sou uma das ADMs da página Lana Del Rey Addiction e tem uma versão original da fanfic sendo postada lá! Estamos chiques, negads! LOOOL
Queria agradecer a minha baby Aline Bomfim pela ajuda master de sempre! Eu te amo, gata.
E aproveitem o cap! <3

Carmen
“É alarmante, honestamente,
Como ela pode ser charmosa
Enganando a todos
Dizendo-lhes que está se divertindo”

            A cidade era linda vista do alto. Ali era como se fosse impossível imaginar quantas coisas se passavam em um ambiente entre um deserto e um mar, um lugar carregado de automóveis, tecnologia e pessoas dispostas a fazerem qualquer coisa mais pela fama do que pelo dinheiro. A tão conhecida ideia de status, a vida perfeita, a pose perfeita, a Los Angeles perfeita. A terra de deuses e monstros.
            E bem no topo da cidade, na imensa serra logo abaixo do belo letreiro de Hollywood, havia um anjo observando tudo. Um anjo talvez com as asas quebradas demais e que perdia sua auréola aos poucos enquanto conhecia e se aprofundava cada vez mais naquela terra de fantasias. A Cidade dos Anjos, a cidade da inconsciência, a La La Land da inocência perdida.
            – Você nasceu aqui? – A voz de Edward soou baixa e calma enquanto seus lábios expulsavam pequenas fumaças de cigarro. O sol estava nascendo e o céu fluía pequenos riscos amarelos e rosados através do azul claro.
            Bella o olhou parcialmente curiosa – ambos estavam quietos há um quarto de hora desde que chegaram cansados, mas ainda dispostos após uma frutífera noite no Old Paul’s. Eles não se viam há uma semana, desde a primeira noite e ótima manhã em que dormiram juntos. Ela estivera totalmente ocupada com a faculdade, seus pais cada vez mais desconfiados e seu namorado mais atento às suas esquivas; mas ela sorriu como um pequeno diabinho em busca de diversão ao trocar uma entre tantas mensagens de textos com o britânico e encontrá-lo no pub em plena quinta-feira à noite.
            E naquele início de manhã de sexta, ela sorriu ao responder sua pergunta.
            – Na verdade eu nasci no Hamptons durante o recesso de primavera – Mordeu os lábios, divertida. – Segundo minha mãe, eu vim antes do previsto e peguei todos de surpresa.
            – Imagino que sim – Edward murmurou com um sorriso de lado, tragando mais uma vez.
            – E você? – questionou curiosa, roubando seu Marlboro Light e sentindo o sabor do tabaco em sua língua.
            – Blackpool, litoral da Inglaterra – respondeu sucinto, desviando seus olhos azuis para a paisagem distante dos prédios da cidade. – Meus pais logo se mudaram para Londres, onde eu cresci.
            – E o que o trouxe a América? – Ela franziu o cenho, apoiando os cotovelos em suas pernas dobradas sobre a terra e a grama abaixo do letreiro, fitando o homem que fugia de seu olhar.
            – Liberdade, vida nova – Ele a encarou de repente, fazendo-a se arrepiar com aquelas íris azuis tão intensas e que gritavam um milhão de segredos. – Você não vai querer saber.
            – Por que você se esconde de mim, Edward? – perguntou com os olhos preocupados e gentis, sentindo-o se aproximar como um felino e acariciar delicadamente seu rosto.
 
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