Oi, meus perfeitos! Como estão?
Bem, hoje estou escrevendo o capítulo 10 de RM e decidi trazer mais uma pequena prévia à vocês ;)
Ah, e antes de mais nada, creio que irei dividir o cap em 2 partes... Mas ainda não tenho certeza!
Anyway, curtam o pedacinho já escrito... E tentarei postar ele completo até amanhã *cruza os dedos*
Capítulo 10 - Immagini
Por que existem pessoas que dizem que a vida é fácil? Quem foi o dito cujo que inventou essa maldita expressão? Ele, obviamente, não deve ter vivido muito... Ou sou eu que vivi demais.
Bella era um livro semi-aberto – Tão fácil de ser lida, às vezes... Mas outras em que eu nem me lembrava quem ela é. No instante em que vi seus sedosos lábios sussurrarem meu nome, enquanto dormia, a sensação que tomou conta de todo o meu corpo foi única. E quando lhe entreguei seu anel – o qual ela, certamente, havia esquecido na mesa do grande e luxuoso refeitório do hospital – eu senti como se não fosse mais eu mesmo. Era como se eu vivesse em um universo paralelo. Era como se eu estivesse tão morto a ponto de nem sentir meus dedos, mas tão vivo a ponto de nem conseguir respirar.
Lembro-me do exato dia em que minha querida irmã teve a brilhante ideia de uma festa tripla, e tal lembrança fez com que outra viesse à tona: a visão que Alice teve durante a festa que reencontrei Bella. A pequena vampira recusou-se a dizer, argumentando que não era nada de mais – E sua mente bloqueada não me ajudava muito.
Tive que me contentar, assim, com uma frustração e mau humor que tomou conta de mim. Reação não muito diferente da que Charlize teve, ao descobrir a ideia da cunhada e sócia, mas que, logo, foi mudada – Ela sabia que os sentimentos de nossa filha era muito mais importante que qualquer outra coisa.
– Papai, volta pra aquela música! – Minha querida falou, quando eu mudava as estações de rádio. Estávamos no Volvo, rumo à Montalcino, onde se localizava a casa de campo dos Salvatore.
Para ouvir: U2 – Vertigo
– Yupi! Essa música é boa! – Wendy exclamou, extasiada, remexendo-se desengonçada, no banco de trás, ao ritmo da música.
Eu e minha esposa nos entreolhamos, apenas para depois cairmos na gargalhada. Charlize tamborilava os dedos junto ao som da guitarra, enquanto o vento que vinha do lado de fora movimentava seus cabelos, há quase 200 quilômetros por hora.




























