06 junho 2013

BR - Capítulo 4

Hey, babies! Como vão vocês?
Eu queria me desculpar pela demora no post... É que eu decidi terminar de escrever uma one-shot que estava há um tempão na minha cabeça, e então minha enxaqueca me fez umas visitas... Aí já viu!
Mas aqui está o cap com o tão esperado encontro dos pombinhos! Hahahaha'
Ah, e meu obrigada à minha preta bandida da Ana Kelly, que nos deu a primeira recomendação de BR! Te amo, vadia! =*
E obrigada também, à vadia mor da Aline Bomfim, claro. Sem ela, não sei o que seria de mim... Hahahaha' LOL

Espero que gostem.

- Essa é a versão RK. Para ler a versão Beward, clique aqui.

Capítulo 4: Barcelona – Parte 2

Você puxou minha cadeira e me ajudou a sentar
Você não sabe o quanto isso é gentil
Mas eu sei
(Taylor Swift - Begin Again)

Barcelona, Espanha – Café Salambó
20h15min

            O lugar era adorável! Mesmo em uma rua movimentada da região, o café era calmo, embora tivesse um tom delicioso tom juvenil. Revestido em vidro, madeira e com cores que variavam entre o dourado e o marfim, havia inúmeras mesas e cadeiras dispostas pelo local. O bar ao final do salão era acolhedor, com bancos altos e alguns barmen já se aventurando em variados drinks, ao passo que Corazón Partío, de Alejandro Sanz, tocava ao fundo.
            Robert sorriu para a bela morena que o acompanhava enquanto seguiam para uma mesa perto de uma grande janela de vidro, com vista para a encantadora Barcelona e seus antigos prédios do outro lado da rua.
            – Como conheceu este lugar? – Kristen perguntou curiosa quando se aproximaram da mesa. – É tão charmoso.
            Antes de responder, porém, ele a surpreendeu. No instante em que ela colocou sua mão sobre a cadeira para se sentar, Robert fez questão de agir mais rápido e puxar a cadeira delicadamente para a dama.
            – Por favor. – ele sorriu amavelmente, com um gesto para ela se acomodar. Kristen apenas meneou a cabeça, maravilhada, sentando-se enquanto o fotógrafo puxava sua própria cadeira, segundos depois; o Ray Ban agora puxando displicentemente a gola de sua camisa de botões, onde estava posto.
            Criada com três irmãos mais velhos, ela não estava acostumada com modos tão cavalheiros. E ela sorriu ao perceber que era deliciosamente agradável ser tratada assim, principalmente por Robert – que parecia alheio à sua atitude tão cortês. Claro, ele era britânico. Um fodido britânico saído de algum livro de William Shakespeare, para fazê-la sonhar como uma boba. Argh, ela não era esse tipo de garota. O que estava acontecendo, afinal?
24 maio 2013

One-shot: Born to Die


Sinopse: Edward, o perfeito tipo de cara errado. A reencarnação de James Dean. Isabella, exatamente a garota certa. Uma Marilyn Monroe com perfume de frésias e cocaína. A menina de grandes olhos verdes pelo qual o britânico daria sua vida. Isso, é claro, se o destino não tivesse decidido pelo contrário.

Heey, babies! Ain, hoje resolvi postar uma história que tava martelando há muito tempo na minha cabeça de tanto ouvir Lana Del Rey! Hahahahaha'
Depois de enrolar um pouquinho e com a superajuda da minha diva Aline Bomfim, cá estamos nós com essa one-shot que promete!
Espero que gostem. Enjoy it.


Born to Die

“Venha e caminhe pelo lado selvagem
Deixe-me beijá-lo intensamente na tempestade
Você gosta das suas garotas insanas”


Ele a amava. Apesar de tudo, amava-a com toda a intensidade que seus poros poderiam exalar. Amava seu jeito “foda-se” para a vida, amava o modo como sequer disse adeus a sua família rica, amava a pele alva e impecável, as pequenas sardas distribuídas timidamente em seu nariz, as longas unhas pintadas de preto, os inseparáveis All Stars vermelhos. Ele amava o sorriso tímido em contraste ao olhar malicioso coberto por longos cílios; seu jeito de menina ao beijar, seu jeito de mulher ao deitar. E ele amava seu cheiro intoxicante de frésias e cocaína.
            Isabella. Sua doce garota de Los Angeles, aquela que fez sua mente demoníaca querer ter um lado bom, sem insanidades, sem truques nas mangas, sem noites erradas ou espírito devastado. A menina de grandes olhos verdes pelo qual ele seria capaz de vender sua alma aos anjos do inferno. A menina que o fazia sussurrar tantas frases em seu sotaque puramente britânico. A menina que o devorava com os olhos e o fazia tremer ao sentir seus delicados lábios em seu corpo. A menina que o fazia amar com cada batida de seu coração de cocaína.
            Edward sorriu ao estacionar seu antigo Mustang 67 no cemitério onde sempre se encontravam, saindo do veículo e encostando-se no capô. Havia um momento de paz naquele lugar, independente das cruzes e lápides ao longe perpassarem um vislumbre sombrio – e ele gostava daquilo. Gostava daquela obscuridade misturada à calmaria, acalentando seus músculos da mesma forma que Isabella fazia ao enlouquecê-lo em suas noites na piscina do Chateau Marmont.
            E seu sorriso apenas aumentou ao vê-la correndo em sua direção, aquele sorriso de menina preenchendo os lábios cheios e naturalmente rosados. As pernas esbeltas de fora, com o mesmo short jeans surrado que ele fez questão de arrancar de seus quadris no dia em que se conheceram; os inseparáveis All Stars vermelhos combinando perfeitamente com o sutiã de mesma cor, o que a deixaria suscetível ao frio que começava a fazer se não fosse pela jaqueta branca que cobria seus ombros e braços.
            – Pensei que teria de arrancá-la da torre em que seus pais a mantêm presa. – Edward murmurou com um sorriso torto brincando em seus lábios, antes de enlaçar as mãos ao redor da cintura descoberta da morena e beijá-la com toda a saudade que os tomava.
            O gosto de hortelã e canela dominou suas línguas, com aquele displicente sabor de morangos vindo dela. Os pequenos dedos da garota embromaram-se nos cabelos acobreados do homem enquanto as mãos deste agarravam suas coxas, permitindo-a enrolar suas longas pernas ao redor do quadril de Edward, que a sentou no capô do carro.
            O êxtase tomava conta de seus corpos que resistiam à brisa gelada daquele fim de outono. O inverno chegaria dali algumas semanas, ressaltando das memórias do britânico uma lembrança de quase um ano antes, no qual conhecera sua garota de cabelos cor de mogno. Era impossível não se lembrar daquele dia ao olhar as gotas de orvalho deixando sua umidade nos vidros do carro, pois nos vidros de uma janela, em um pub não muito bem apessoado, foi onde ele a viu pela primeira vez.
15 maio 2013

Matéria Curiosa: Sobre Demi Lovato


Algum Lovatic por aí? Depois de surtarmos com o novo álbum da nossa baby (e chorar ouvindo "Warrior", sos), decidi trazer algumas curiosidades bem interessantes sobre ela. Confesso que não sabia nem da metade! Hahahaha'

10 maio 2013

Recomendação: Fifty Shades Of Black Feathers

Oi, gatíssimos! Como vão?
Ai, que soninho nessa sexta... E como sou antissocial (e estou veadona hoje Hahaha''), decidi postar uma recomendação de fanfic!
A de hoje é diferente. Nada de Twilight Saga. E também não é Cinquenta Tons, apesar do título! Hahahaha'
Hoje vou recomendar uma coletânea de one-shots maravilhosas da série HUSH HUSH. \0/

08 maio 2013

BR - Capítulo 3

Oi, babies! 
Aqui está o cap! E garanto muitas risadas! Hahahaha'
Créditos à minha baby e beta Aline Bomfim. Sem ela, humpf! --'
Hahahaha' LOL
Enjoy it.

- Versão Twilight aqui.


Capítulo 2: Barcelona - Parte 1

Você disse: "Hey, qual é o seu nome?"
Só bastou um olhar
E agora nós não somos mais os mesmos
(Avril Lavigne - Smile)

Barcelona, Espanha – Gran Via de les Corts Catalanes
09h55min

“Shine bright like a diamond, shine bright like a diamond...”
– Dakota, o que diabos é isso?
            – Música, ué! – A loura revirou os olhos em um tom de voz óbvio, voltando a cantar e se remexer com a canção que estourava dos seus fones de ouvido.
            – Eu me referia a sua doidura mesmo, mas tudo bem...
            A garota empurrou Kristen, fazendo uma careta divertida enquanto a outra apenas ria. Elas haviam saído do aeroporto El Prat há alguns minutos e já podiam sentir o perfume de Barcelona no ar.
            A cidade estava quente com sua costumeira brisa de verão, e a morena deixou a amiga e a música da Rihanna lhe contagiarem enquanto sentia o vento através do vidro do táxi. O senhor que dirigia fornecia uma curiosidade e outra a respeito de alguns monumentos que viam por onde passavam, e a morena sentia-se estranhamente em casa em um lugar tão encantador como aquele.
            Um toque chatinho, que lembrava uma canção chiclete de Natal, soou do bolso do jeans de Dakota, fazendo-a encarar a tela do iPhone com uma daquelas caretas de nojo feat. medo.
            – É quem estou pensando que é? – Kristen perguntou, tentando segurar uma risada enquanto recebia um olhar mortal da loura.
            – Na boa, por que esse garoto não larga do meu pé? – questionou exasperada e com uma cara de sofrida de quase dar dó. Quase.
07 maio 2013

DP (Original) - Capítulo 9

Bow down, bitches! Finalmente cheguei depois de um atraso do caralho, culpa da minha enxaqueca e da minha faculdade. ANYWAY, estamos aqui com um capítulo fodástico de DP inspirado em uma das minhas canções preferidas da Lana. 
Espero que gostem!
Gostaram? Muahahaha' Minha inspiração foi esse lindo poema do Walt Whitman, usado pela Lana no curta-metragem TROPICO. ♥
Tenho que dizer que apesar desse tema obscuro da história, eu sou puxada por cada coisa que escrevo e acabo me apaixonando pelos personagens! Hahahaha' 
E sobre o próximo capítulo... Vocês não perdem por esperar! Muahahaha'
Toodles honey


Body Electric

“Elvis é meu pai, Marilyn é minha mãe, Jesus é meu melhor amigo
Nós não precisamos de ninguém, porque temos um ao outro
Ou pelo menos eu finjo”

            A porta da frente estava destrancada quando Scarlett chegou em casa no meio da manhã após a pequena fuga para Nova York – e ela não se arrependia nem um pouco da noite completamente insana e adoravelmente desfrutadora enquanto ela e o britânico caminhavam em frente ao Chelsea Hotel e fingiam ser Sid e Nancy. Algumas horas depois na classe executiva da companhia aérea, ela e sua mais recente bagunça estavam de volta a LA.
            A garota tropeçou ao tirar seus sapatos de salto dos pés cansados e passar as mãos nos cabelos revoltos e castanhos, cambaleando até a escadaria da enorme mansão em tons clássicos e brancos. Ao passar pelo hall da sala de visitas, no entanto, ela estancou.
02 maio 2013

Burning Red - Prévia do capítulo 3!


Oi, babies! Desculpem pela demora ultimamente...
Quem participa do group viu o post onde expliquei porque estou demorando a atualizar Burning Red.
Acontece que minha enxaqueca atacou nos últimos dias, então vendo tendo algumas crises de dor de cabeça. Então devem imaginar a chatice --'
Anyway, estou melhorando e escrevendo o capítulo aos poucos. Espero que compreendam.
Devo postar ainda esse final de semana, então aproveitem a prévia do capítulo 3!

Capítulo 3: Barcelona - Parte 1

Você disse: "Hey, qual é o seu nome?"
Só bastou um olhar
E agora nós não somos mais os mesmos
(Avril Lavigne - Smile)

Barcelona, Espanha – Gran Via de les Corts Catalanes
09h55min

“Shine bright like a diamond, shine bright like a diamond...”
– Dakota, o que diabos é isso?
            – Música, ué! – A loura revirou os olhos em um tom de voz óbvio, voltando a cantar e se remexer com a canção que estourava dos seus fones de ouvido.
            – Eu me referia a sua doidura mesmo, mas tudo bem...
            A garota empurrou Kristen, fazendo uma careta divertida enquanto a outra apenas ria. Elas haviam saído do aeroporto El Prat há alguns minutos e já podiam sentir o perfume de Barcelona no ar.
            A cidade estava quente com sua costumeira brisa de verão, e a morena deixou a amiga e a música da Rihanna lhe contagiarem enquanto sentia o vento através do vidro do táxi. O senhor que dirigia fornecia uma curiosidade e outra a respeito de alguns monumentos que viam por onde passavam, e a morena sentia-se estranhamente em casa em um lugar tão encantador como aquele.
            Um toque chatinho, que lembrava uma canção chiclete de Natal, soou do bolso do jeans de Dakota, fazendo-a encarar a tela do iPhone com uma daquelas caretas de nojo feat. medo.
            – É quem estou pensando que é? – Kristen perguntou, tentando segurar uma risada enquanto recebia um olhar mortal da loura.
            – Na boa, por que esse garoto não larga do meu pé? – questionou exasperada e com uma cara de sofrida de quase dar dó. Quase.
            – O menino tá apaixonado, coitadinho! – ela gargalhou, não perdendo a chance de tirar sarro da amiga.
            – Ai, meu saco! E sou eu que sofro... – Dakota choramingou, e a morena riu ainda mais, lembrando-se do nerd que vivia perseguindo a parceira.
            Talvez se ele tirasse os óculos fundo-de-garrafa, lavasse aquele cabelo e deixasse de ser tão brega, ele até poderia ficar bonitin... Não! Nem assim.
            – OMG! Leia isso. – A loura arregalou os olhos, entregando o celular para que a morena pudesse ler a mensagem de texto. Okay, ela teve que rir com aquilo!

"Asa de frango, perna de galinha, se quiser ficar comigo, dê uma risadinha!"

            – Não sei o que é pior, ele ter inventado essa frase ou ter tido o trabalho de pesquisar algo assim! – A amiga continuou, perguntando-se o que havia feito de errado na vida passada para ser compensada de tal modo. – E O QUE VOCÊ TÁ DIGITANDO AÍ, SUA LOUCA?
24 abril 2013

Matéria Curiosa: E se a história da 2ª Guerra Mundial fosse registrada no Facebook?


Hey, babies! Enquanto escrevo o capítulo 3 de Burning Red, decidi trazer pra vocês uma matéria e tanto! Para os amantes de História Contemporânea principalmente!
Já imaginou como seria se existisse Facebook durante a Segunda Guerra Mundial? Tudo com as datas e fatos REAIS e impecavelmente bem feitos, o Historia Blog nos mostrou como seria registrado tal fato. Com um tom bastante bem humorado, é claro! Hahaha'
guerra1 E se a história da segunda guerra mundial fosse registrada no facebook?
21 abril 2013

RM - Epílogo


Ai, ai, meu coraçãozinho, gente! *aperta todo mundo num abraço*
Então, aqui está o tão esperado epílogo de RM.
Mas, antes de lerem, eu gostaria de agradecer aos 46281635271 leitores maravilhosos que acompanharam a fanfic! Os leitores incríveis que leem Respiro Me desde dezembro de 2010, aqueles que começaram da metade da história e aqueles que começaram no capítulo passado! MUITO OBRIGADA.
Obrigada às minhas babies que tanto me ajudaram, minha Ana Kelly (acreditem, sem ela essa história não seria a mesma), a Aline Bomfim, a Tuany Nascimento e a Letícia Cabral! Babies, muito obrigada por tudo!
Mas nos vemos lá em baixo. Aproveitem o epílogo!

Coloquem pra carregar: http://www.youtube.com/watch?v=dpDnM2TcSZo


Capítulo 19 – Epilogo


            Começo, vindo do verbo começar – segundo definição, o ato de dar início, principiar, quando o dia começa. Recomeço, cuja acepção seria começar de novo, retornar a fazer qualquer coisa. Começar a ser.
            Dizem que pode demorar a curar um coração ferido, dizem que é impossível esquecer um grande amor. Muitos não acreditam em recomeços, em novos começos, em novas vidas. No entanto, qualquer pessoa que seja, estaria impossibilitada de tentar novamente, de refazer a felicidade, de se adaptar, de se moldar, de se viver com ela.
            Mas não. Todos possuem um dom em comum, o dom da perseverança, da determinação, da possibilidade de criar novos começos – não importa o que digam, não importa o que achem, não importa o que vão pensar. A vida é feita de começos e quem não se permite recomeçar e viver várias vidas ao longo de uma única vida, jamais estará sujeito a mergulhar entre uma felicidade sem pudores. E, enfim, encontrar um final feliz.
18 abril 2013

Spoiler! - Epílogo de RM


Ehhhh, quem quer prévia? 0//
Aí vão os primeiros parágrafos do epílogo!

            "Começo, vindo do verbo começar – segundo definição, o ato de dar início, principiar, quando o dia começa. Recomeço, cuja acepção seria começar de novo, retornar a fazer qualquer coisa. Começar a ser.
            Dizem que pode demorar a curar um coração ferido, dizem que é impossível esquecer um grande amor. Muitos não acreditam em recomeços, em novos começos, em novas vidas. No entanto, qualquer pessoa que seja, estaria impossibilitada de tentar novamente, de refazer a felicidade, de se adaptar, de se moldar, de se viver com ela.
            Mas não. Todos possuem um dom em comum, o dom da perseverança, da determinação, da possibilidade de criar novos começos – não importa o que digam, não importa o que achem, não importa o que vão pensar. A vida é feita de começos e quem não se permite recomeçar e viver várias vidas ao longo de uma única vida, jamais estará sujeito a mergulhar entre uma felicidade sem pudores. E, enfim, encontrar um final feliz."

Preparem seus coraçõezinhos para certo... hmm... digamos que... reencontro ;)
 
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